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“RENAISSANCE”: Pitchfork aclama novo álbum de Beyoncé com nota 9.0

“O sétimo álbum de Beyoncé não é apenas um registro de dança imaculado de uma estrela pop, mas uma rica celebração da música de clube e seu espírito suado e emancipatório”

Foto: Divulgação

Beyoncé segue fazendo história e na manhã desta segunda-feira (1) a renomada revista norte-americana Pitchfork avaliou o sétimo álbum da cantora, o “RENAISSANCE”, que chegou com 16 músicas e três atos confirmados. Os editores elogiaram o novo trabalho de Queen B e o definiram como “uma rica celebração da música de clube e seu espírito suado e emancipatório”.

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Foto: Divulgação

A espera pelo tão aguardado retorno de Beyoncé parece ter chegado ao fim! Após 6 longos anos sem lançamentos, a cantora retorna triunfal e é aclamada pela crítica com um álbum que faz referência as pistas de dança dos anos 1990 e é uma celebração à cultura negra. Além disso, vale destacar que, o sétimo disco da cantora conta com um time de colaboradores de peso, como Robin SDonna SummerPharrel WilliamsJay-Z, dentre outros.

Após revistas e sites famosos realizarem suas críticas sobre o novo álbum de Beyoncé, chegou a vez do renomado Pitchfork avaliar o “RENAISSANCE”, que foi definido pelos editores como: “O sétimo álbum de Beyoncé não é apenas um registro de dança imaculado de uma estrela pop, mas uma rica celebração da música de clube e seu espírito suado e emancipatório”. Além disso, eles deram ao projeto, o selo de “Melhor Novo Álbum”.

“O Renaissance é uma façanha da imaginação, sonhando acordado em festejar na pandemia, capturando a sensação de pensar em todos os lugares que você gostaria de ter ido quando estava preso no berço. Ao contrário de “Lemonade” ou “Beyoncé” de 2013 , o Renaissance adere à pista de dança, sem baladas ou hinos de separação, apenas energia pura, BPMs propulsores e foda-se tudo. As canções de amor são quase inteiramente voltadas para o próprio eu e sua equipe, e as canções sobre um “garoto” são sustentadas por uma franqueza libidinosa. Ela dedica o álbum a sua “madrinha”, tio Jonny, que morreu de complicações decorrentes do HIV, e aos “pioneiros que originaram a cultura… os anjos caídos cujas contribuições não foram reconhecidas por muito tempo””, escreveu o Pitchfork.

Queen B fez seu retorno na última sexta-feira (29), com o novo disco “RENAISSANCE“. O projeto marca o primeiro ato de uma nova era, chega com 16 faixas no total e traz influências de housediscofunkafrobeatgroove, dentre outros gêneros musicais para celebrar a cultura negra no clima de festa das pistas de dança, dos anos 90.

Escrito por Lucas Moraes

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