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Matt Bellamy é um psicopata manipulador em novo clipe do Muse “Won’t Stand Down”; assista

A faixa é um veradeiro clássico do Muse, na sonoridade e na letra, que trata de dominação, manipulação e oposição ao sistema.

Foto: Instagram @muse

Já está entre nós o novo single e novo clipe do Muse, “Won’t Stand Down”. Como a capa e o teaser já haviam prometido, o grupo inglês se jogou em um cenário mais dark neste lançamento, com direito a Matt Bellamy dando vida a um personagem bastante sombrio e controlador.

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Foto: Twitter @muse

O novo single do Muse chegou às plataformas de streaming nesta quinta-feira (13), ao meio dia. No mesmo momento, o videoclipe, dirigido por Jared Hogan, estreou no canal oficial da banda no YouTube. O lançamento de “Won’t Stand Down” foi recheado de expectativa, já que o Muse vem soltando informações, fotos e até trecho da letra ao longo de uma semana e hoje chegou a publicar uma “contagem regressiva” de uma hora para a chegada da nova música.

A faixa é um veradeiro clássico do Muse, na sonoridade, com introdução mais branda e virada pautada em riffs de guitarra pesados, e na letra, que trata de dominação, manipulação e oposição ao sistema. Para a produção audiovisual, Matt Bellamy encarnou deu vida a um personagem sombrio, com aparência desgrenhada de um velho, que diretamente de sua cadeira de rodas controla uma massa.

Assista agora “Won’t Stand Down”:

“Won’t Stand Down” é o primeiro lançamento do Muse desde “Simulation Theory”, último álbum da banda lançado em 2018. A turnê deste disco passou pelo Brasil, quando os caras fizeram shows no festival Rock In Rio, no Rio de Janeiro, e em São Paulo, no Ginásio do Ibirapuera. No ano passado, o Muse lançou a edição remixada de seu segundo álbum “Origin Of Symmetry”, que completou 20 anos.

Em 2020, Matt Bellamy chegou a falar sobre um novo álbum em entrevista ao tablóide inglês “The Sun”: “Comecei a escrever o novo álbum do Muse. Comecei a escrevê-lo quando começaram os protestos e o caos. É algo estranho de se dizer, mas encaixa com a música que escrevo. Nos mantém um pouco no limite. Gosto da ideia de reiniciar totalmente e voltar para o lugar de onde viemos. Tipo, voltar fisicamente para nossa cidade natal [Teignmouth, Devon] e voltar a ser como éramos na estaca zero.

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