Heavy Baile leva o funk carioca para o Metropolitan Museum de Nova York. Foto: Divulgação
Heavy Baile leva o funk carioca para o Metropolitan Museum de Nova York. Foto: Divulgação
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Heavy Baile leva o funk carioca para o Metropolitan Museum de Nova York

Nem a solidão para o Heavy Baile. E este sentimento tão aguçado durante o período de pandemia foi o ponto de partida para o novo clipe do grupo. Em “Noturno 150”, faixa que a turma acaba de lançar, o dançarino Ronald Sheick, no auge do isolamento, protagoniza cenas de pura arte numa visita virtual ao Metropolitan Musuem of Art de Nova York.

Heavy Baile leva o funk carioca para o Metropolitan Museum de Nova York
Heavy Baile leva o funk carioca para o Metropolitan Museum de Nova York. Foto: Divulgação

O lançamento sai pelo Heavy Baile Sounds em parceria com a Altafonte e internacionalmente através da Waxploitation Records.

Nas cenas dirigidas por Daniel Venosa (Cosmo Filmes), as grandes obras eurocêntricas, praticamente exclusivamente recheadas de pessoas brancas, tiveram um portal criado no clipe, por onde um dançarino brasileiro preto de passinho adentra e faz a festa.

Naqueles passinhos empolgantes há um pouco de frevo, de samba, de capoeira e de dança afro no geral. Tudo no museu.

Vejo um paradoxo real neste clipe , porque é assim que eu vivo a minha vida. Tudo o que eu vejo é arte e o mundo para mim é um grande quadro. Para a filmagem, fui vendo os quadros e respondendo com meu corpo o que eles me faziam sentir“, revela Sheick. “Acho que ali uma arte ou uma obra complementa a outra. Acredito que o passinho foi mais uma pincelada sútil de um artista que traz nos pés a sua poesia“, complementa.

Saiba mais sobre “Noturno 150”

“Noturno 150” é a continuação da emissão narrativa de conteúdos musicais e audiovisuais emitidos pelo Heavy Baile. A música é um funk 150 bpm fundamentalmente instrumental, voltada para as pistas de dança, num formato clássico de montagem de funk com samples e batidas. A produção é assinada por Leo Justi.

“Para muitos artistas, como eu e Sheick, momentos de recolhimento são essenciais. A pandemia nos confrontou com um outro nível, porém, e não foi fácil. O processo de isolamento esteve mais presente na criação do clipe que no da música, que já vinha sendo trabalhada por mim e por meu parceiro Goes, desde o ano passado”, conta Justi.

Escrito por Helena Marques

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