Após a venda dos direitos de seu catálogo musical para a editora Primary Wave por cerca de US$ 200 milhões, o equivalente a R$ 1,3 bilhões, o patrimônio de Britney Spears, estrela pop mundial, teve seu valor atualizado. De acordo com a Forbes, agora a cantora é dona de uma fortuna estimada em US$ 150 milhões — R$ 777 milhões.

Foto: Scott Gries
LEIA MAIS
- Britney Spears ainda pode cantar suas músicas após venda de direitos?
- Britney Spears vende direitos de todas suas músicas, diz TMZ
- Britney Spears diz ter sorte de estar viva após maus-tratos: “Perdoamos como pessoas, mas nunca esquecemos”
Pagamentos para advogados e empresário
Britney pagou milhões de dólares em serviços advocatícios em busca de resistir à tutela de seu pai. É estimado que, antes dos impostos sob o contrato, Spears tenha ganho cerca de US$ 170 milhões, porém, após o pagamento de honorários ao seu empresário e advogado, o valor recebido estará próximo aos US$ 70 milhões.
Em seu livro, “The Woman In Me”, Britney relembra o trauma que passou causado pela tutela de seu pai. “Passaram-se treze anos em que me sentia uma sombra de mim mesma… meu pai e seus associados controlando meu corpo e meu dinheiro… isso me deixa doente”, revelou a cantora em sua obra biográfica.
Fortuna milionária, mas ainda abaixo de outras artistas pop
Apesar de ser um valor alto, Britney ainda está abaixo de artistas como Katy Perry (US$350 milhões, cerca de R$ 1.8 bilhão) e Lady Gaga (US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,6 bilhão). Ainda mais abaixo das bilionárias Beyoncé, Taylor Swift e Rihanna. Em 2021, a Forbes estimou que o patrimônio de Spears era de cerca de US$ 80 milhões, cerca de R$ 414 milhões.
Britney vendeu seu catálogo musical
Em acordo histórico, Britney Spears vendeu seu catálogo musical à editora Primary Wave por um valor estimado em US$ 200 milhões, cerca de R$ 1 bilhão, incluindo hits que marcaram sua carreira e uma geração inteira. O valor não foi divulgado oficialmente, porém fontes afirmam que o contrato assinado por Spears esteja próximo ao assinado por Justin Bieber ao vender seu próprio catálogo.