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Exclusivo: Aretuza Lovi é a atração do 1007 Festival e a gente conversou com a cantora sobre o que esperar do show!

Ela está com seu primeiro álbum no mercado – sem intenção alguma de trocadilho – e agora o próximo passo é levar o universo “Mercadinho” para os palcos! Mas antes de estrear a turnê propriamente dita do disco, Aretuza Lovi vai medir a temperatura de músicas como “Joga Bunda”, “Movimento” e “Arrependida” no 1007 Festival, em Florianópolis. O POPline anuncia: Aretuza é a atração que substituirá o show de MC Loma e as Gêmeas Lacração. O evento acontecerá dia 1º de setembro no Stage Music Park e que terá a presença da nossa festa, a POPline Trends.

POPline: Não dá para começar sem perguntar: como está a expectativa para o festival?
Aretuza Lovi: Eu estou muito feliz, né? Eu tenho muitos amigos em Florianópolis e esse festival é um evento muito legal que acontece lá em Santa Catarina. Ainda mais junto com vocês do POPline que eu tenho um carinho, uma gratidão, estão sempre enaltecendo, fortalecendo o meu trabalho. Estou muito feliz!

A IZA e a Valesca que estão no “Mercadinho”. A gente pode esperar as participações das duas também no seu show?
Eu vou deixar isso no ar (risos) porque realmente eu não sei como vai funcionar tudo, a logística. Me chamaram para ser jurada do concurso de drags e fazer um show então eu não sei exatamente o que vai acontecer no dia, mas pode rolar surpresas sim! Vai estar todo mundo que eu tenho parceria… vamos ver, estou torcendo para que dê certo (risos)!

É bem legal esse relacionamento entre os artistas do pop atual. Enquanto muitos gostam de comparar, vocês fazem essa união de forças, de público. Vocês conversam sobre isso?
Com toda certeza! O ser humano por si só é muito maldoso e as pessoas criam situações que não existem. Gostam de comparar o meu trabalho com a Pabllo [Vittar], com a Gloria [Groove], com a Lia [Clark]… e a gente ri disso. Tem espaço para todo mundo e cada uma faz um trabalho super diferente. Elas e até as outras meninas com quem fiz parceria, o talento de cada uma é realmente único e a gente acaba se completando! Estamos juntas nesse movimento para mostrar que música é música e quando estamos unidas, a gente se fortalece para levar o nosso trabalho e quebrar barreiras.

Até porque uma pessoa só não promove mudança. É preciso união.
É… o meu discurso sempre vai ser “um arco-íris é feito de cores juntas e não separadas”. Se a gente não quiser que esse seja um movimento passageiro, tem que se unir. Queremos consolidar esse movimento assim como outros que surgiram no Brasil como a Jovem Guarda, como a Tropicália, como a MPB. Queremos criar esse movimento sim e mostrar o nosso trabalho quanto artistas então a nossa união é muito importante. Não tem briga, não tem intriga, uma fica feliz pelo sucesso da outra, uma ajuda, dá conselho pra outra e assim a gente vai mais longe.

Falando em uma abordagem mais unificada, a 1007 tem essa política de extinguir áreas VIPs. Todo mundo que vai curte exatamente a mesma festa, sem diferenciação de público. É uma ideia bem sintonizado com esse discurso.
É.. é uma quebra de barreiras. Nós somos todos iguais. A gente tá bonitinho agora, cheirosinho, mas no final da vida será todo mundo igual (risos). Ter esse segregação, principalmente dentro do nosso meio, é muito feio, muito ruim. A gente tem que curtir da mesma forma e essa ideia do festival é muito legal!

A gente está vendo nessa fase da sua carreira um cuidado extremo e lindo com o visual! Desde o design gráfico do “Mercadinho” passando pelo tratamento dos seus videoclipes e figurinos. Isso é algo que você também tem com a turnê?
É… em especial no festival a gente não vai poder ir com o show da turnê. Mas nesse gente vai colocar músicas do “Mercadinho”, as que estão mais tocando, mas o meu show não tem um cronograma certo. A gente vai na vibe do público, o que a gente sentir que eles querem a gente vai tocar, sabe?

Você se sente à vontade com este estilo de show mais livre?
A gente tem um roteiro, mas surpresas sempre acontecem. Eu tenho um contato muito grande com meu público, eu sei o que eles gostam de escutar, estou sempre pesquisando e eu sou sempre eu. No palco não vou fazer outra coisa, sou muito “povão” no meu dia-a-dia. Então, no palco eu levo isso, quero que elas se identifiquem com meu trabalho, chegar lá e fazer muito close (risos).

Deixa então um convite pros leitores do POPline, especialmente os de Floripa!
Eu estou muito feliz em voltar a Floripa, uma terra que eu tenho um carinho muito grande, muitos amigos. Então eu quero convocar geral pra ir para o 1007 Festival nessa parceria maravilhosa com essa galera do POPline. Vai ser muito divertido, vai ter a batalha de lipsync, vou estar lá cantando, levando as músicas do “Mercadinho”, ao lado de cantoras maravilhosas para levar muita alegria, diversão às pessoas que essa é a nossa missão. A galera não pode perder!

Recado dado! Então já vai se programando porque o 1007 Festival 2018 está com vendas abertas através do site da Blueticket ou com comissários autorizados. Quem curte as festas da 1007 em Floripa e no Balneário Camboriú também pode adquirir os ingressos.

Escrito por Amanda Faia

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