"Evelyn Hugo", "Hearstopper" e mais: os livros LGBTQIAP+ mais vendidos no Brasil
(Fotos: Divulgação)
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“Evelyn Hugo”, “Heartstopper” e mais: os livros LGBTQIAP+ mais vendidos no Brasil

Confira o ranking dos livros LGBTQIAP+ mais vendidos em 2022 até o momento!

A lista dos livros mais vendidos no Brasil traz, praticamente toda semana, títulos de temática LGBTQIAP+. Em 2022, oito livros se destacam, de acordo com dados da PublishNews. “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo”, que vai virar filme, é o mais vendido do ano até o momento, mas o ranking é dominado pelos títulos da série de HQs “Heartstopper”. Na literatura brasileira, o destaque é “Conectadas”, da autora Clara Alves. Confira:

1. “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo”, de Taylor Jenkins Reid

Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes – seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história – ou sua “verdadeira história” -, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso – e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

"Evelyn Hugo", "Hearstopper" e mais: os livros LGBTQIAP+ mais vendidos no Brasil
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2. “Heartstopper: Dois Garotos, Um Encontro”, de Alice Oseman

Charlie Spring e Nick Nelson não têm quase nada em comum. Charlie é um aluno dedicado e bastante inseguro por conta do bullying que sofre no colégio desde que se assumiu gay. Já Nick é superpopular, especialmente querido por ser um ótimo jogador de rúgbi. Quando os dois passam a sentar um ao lado do outro toda manhã, uma amizade intensa se desenvolve, e eles ficam cada vez mais próximos. Charlie logo começa a se sentir diferente a respeito do novo amigo, apesar de saber que se apaixonar por um garoto hétero só vai gerar frustrações. Mas o próprio Nick está em dúvida sobre o que sente — e talvez os garotos estejam prestes a descobrir que, quando menos se espera, o amor pode funcionar das formas mais incríveis e surpreendentes.

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3. “Vermelho, Branco e Sangue Azul”, de Casey McQuiston

Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas logo Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado — e que ele não suporta. O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar — e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?

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4. “Heartstopper: Minha Pessoa Favorita”, de Alice Oseman

Charlie e Nick são melhores amigos, mas tudo muda depois que eles se beijam em uma festa. Charlie acredita que cometeu um grande erro e arruinou a amizade dos dois para sempre, e Nick está mais confuso do que nunca. Mas aos poucos Nick começa a enxergar o mundo sob uma nova perspectiva e, com a ajuda de Charlie, descobre muitas coisas sobre o mundo que o cerca, sobre seus amigos — e, principalmente, sobre ele mesmo.

"Evelyn Hugo", "Hearstopper" e mais: os livros LGBTQIAP+ mais vendidos no Brasil
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5. “Heartstopper”: Um Passo Adiante”, de Alice Oseman

Depois de entenderem o que sentiam um pelo outro, Charlie e Nick se tornaram oficialmente namorados, e cada dia é uma nova oportunidade para se conhecerem um pouco mais. Mas nem tudo é fácil, principalmente quando se trata de se assumir enquanto casal para o mundo. Mesmo com medo da reação das pessoas, os garotos sabem que em breve terão de contar a verdade, pelo menos para os amigos mais próximos — ainda mais quando a turma toda viaja a Paris. Enquanto decidem como dar este próximo passo, os dois vão descobrir que, não importa qual seja o desafio, eles podem sempre contar um com o outro.

"Evelyn Hugo", "Hearstopper" e mais: os livros LGBTQIAP+ mais vendidos no Brasil
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6. “Conectadas”, de Clara Alves

Raíssa e Ayla se conheceram jogando Feéricos, um dos games mais populares do momento, e não se desgrudaram mais – pelo menos virtualmente. Ayla sente que, com Raíssa, finalmente pode ser ela mesma. Raíssa, por sua vez, encontra em Ayla uma conexão que nunca teve com ninguém. Só tem um “pequeno” problema: Raíssa joga com um avatar masculino, então Ayla não sabe que está conversando com outra menina. Quanto mais as duas se envolvem, mais culpa Raíssa sente. Só que ela não está pronta para se assumir – muito menos para perder a garota que ama. Então só vai levando a mentira adiante… Afinal, qual é a chance de as duas se conhecerem pessoalmente, morando em cidades diferentes? Bem alta, já que foi anunciada a primeira feira de Feéricos em São Paulo, o evento perfeito para esse encontro acontecer.

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7. “Última Parada”, de Casey McQuiston

Aos vinte e três anos, August tem uma visão bastante cética sobre a vida. Quando se muda para Nova York e passa a dividir apartamento com as pessoas mais excêntricas – e encantadoras – que já conheceu, tudo o que quer é construir um futuro sólido e sem surpresas, diferente da vida que teve ao lado da mãe. Até que Jane aparece. No vagão do metrô, em um dia que tinha tudo para ser um fracasso, August dá de cara com uma garota de jaqueta de couro e jeans rasgado sorrindo para ela. As duas passam a se encontrar o tempo todo e logo se envolvem, mas há um pequeno detalhe: Jane pertence, na verdade, aos anos 1970 e está perdida no tempo – mais especificamente naquela linha de metrô, de onde nunca consegue sair.

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8. “Heartstopper vol. 1 (capa da série)”

O primeiro volume das adoradas HQs que inspiraram a série original da Netflix! Agora em edição brochura com capa da série e miolo em preto e branco.

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Escrito por Leonardo Torres

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