becca perret
Foto: reprodução Instagram @beccaperret
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Em “Amor Não Faz Mal”, Becca Perret retrata um relacionamento abusivo

A voz feminina do primeiro lançamento do projeto “Felicidade Black“, Becca Perret lançou ontem (24/10) o clipe de Amor Não Faz Mal, uma composição de Umberto Tavares e Jefferson Junior também responsáveis pela produção musical da faixa.

A música fala de uma relação abusiva e se aprofunda nas consequências e reviravoltas que a vida proporciona quando uma mulher que vive o abuso percebe, toma ciência e reage. O clipe tem a direção de Felipe Thomaz e tem um relato de um assédio verdadeiro.

Confira o clipe de “Amor Não Faz Mal”:

Becca Perret

Antes de “Amor Não Faz Mal”, Becca Perret lançou os singles “Cegueira”, “Hoje o meu violão” (com participação especial de Lucas e Orelha), “Estações”. Nascida e criada no Rio de Janeiro, Rebecca teve a música gospel como uma de suas principais influências e a carrega como uma herança de família. Por outro lado, foi na música pop que a cantora se encontrou musicalmente.

Com 19 anos, Becca Perret foi viver no EUA onde aprofundou os seus conhecimentos em música gospel americana e absorveu influencias do jazz e soul, gêneros que a cantora ama. Foi no exterior que a cantora percebeu o prestigio e a importância de sua brasilidade. Enquanto cantava samba e bossa-nova, a artista percebeu a admiração do público gringo.

Felicidade Black!

Lucas e Orelha apadrinham o projeto “Felicidade Black”, nova iniciativa da Universal Music junto ao selo TsVox Music, com apoio do POPline. O projeto, com ampla programação musical, visa valorizar a cultura e a identidade pretas, propondo discussões e trocas de experiências de vida dos pretos no Brasil. A idealização é dos produtores e hitmakers Umberto Tavares e Jefferson Junior.

“O projeto surgiu da necessidade de cantar ao povo preto uma mensagem de esperança e de amor em um ano com tantos fatos tristes envolvendo racismo. ‘I can’t breathe’ (últimas palavras de George Floyd, afro-americano assassinado brutalmente por um policial branco) é a frase do ano. E aquele sonho, lá de 1963, de Martin Luther King, ainda não se realizou. Nós, pretos, ainda sonhamos com igualdade, com oportunidade, com respeito”, diz Umberto Tavares.

Escrito por Douglas Françoza

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