Abu Dhabi organiza Round 6 da vida real para 30 pessoas
(Foto: Divulgação / Netflix)
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Abu Dhabi organiza Round 6 da vida real para 30 pessoas

Leia com atenção antes de tirar conclusões precipitadas.

Calma! Ninguém vai morrer aqui. O Centro Cultural Coreano nos Emirados Árabes Unidos anunciou que promoverá um “Round 6” da vida real em Abu Dhabi. Duas equipes de 15 pessoas cada disputarão quatro jogos iguais aos da série mais popular da Netflix. Mas ninguém será assassinado, nem levará para casa um prêmio milionário.

O prêmio concedido pelo centro cultural será um agasalho esportivo verde personalizado como o de “Round 6”. É tudo uma brincadeira. A informação foi divulgada pelo site Insider. O intuito é promover a cultura sul-coreana.

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Abu Dhabi organiza Round 6 da vida real para 30 pessoas
(Foto: Netflix)

“Assim como o K-Pop ganhou popularidade mundial por meio do YouTube na década de 2010, acho que plataformas como a Netflix podem ser um canal para a difusão global de conteúdo audiovisual coreano, como dramas e filmes”, diz Nam Chan-woo, o diretor do Centro Cultural Coreano dos Emirados Árabes Unidos.

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Os jogos disponíveis para os competidores serão: Batatinha Frita 1, 2, 3; “Dalgona Candy” (aquele de separar o desenho de um biscoito de açúcar sem quebrar); bolinha de gude; e “Ddakji” (o de virar o envelope, que aparece na série quando os candidatos são recrutados).

Abu Dhabi organiza Round 6 da vida real para 30 pessoas
(Foto: Netflix)

Escola carioca envia carta para pais com alerta sobre Round 6

O sucesso da série sul-coreana “Round 6” deixou preocupada a direção da Escola Aladdin, do Rio de Janeiro. O colégio enviou uma carta para os pais dos alunos alertando sobre o conteúdo da série, que é fenômeno de audiência em mais de 100 países. A carta acabou caindo na imprensa.

O texto ressalta que “Round 6” tem classificação indicativa de 16 anos, mas que alunos abaixo dessa idade têm conversado sobre a série no colégio. “O conteúdo da série, que contém violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo, pederastia, palavras de baixo calão, entre outras coisas, tem sido assunto entre nossos alunos durante o recreio e horários livres”, diz a carta.

Escrito por Leonardo Torres

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