Storytelling POPline: As Baías anunciam parceria inédita com Linn da Quebrada em Onça/Docilmente Selvagem!
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Storytelling POPline: As Baías anunciam parceria inédita com Linn da Quebrada em Onça/Docilmente Selvagem!

Com um nome bem sugestivo para a canção, “Onça/Docilmente Selvagem” é parte da #transpoder. Uma ação que mobilizará vários artistas trans em prol da causa!

Nesta quinta-feira, 19, estreia a parceria inédita entre As Baías e Linn da Quebrada! A novidade será contada com detalhes no episódio 3 do StoryTelling POPline com As Baías! Com um nome bem sugestivo para a canção, “Onça/Docilmente Selvagem” é parte da #transpoder. Uma ação que mobilizará vários artistas trans em prol da causa!

Ainda não sabemos detalhes da sonoridade, mas o que já adiantamos é que vem um vídeo em clima vintage e estética noir fazem parte dessa grande empreitada das Baías!

Storytelling POPline: As Baías anunciam parceria inédita com Linn da Quebrada em Onça/Docilmente Selvagem! Foto: Reprodução Instagram @asbaias
Storytelling POPline: As Baías anunciam parceria inédita com Linn da Quebrada em Onça/Docilmente Selvagem! Foto: Reprodução Instagram @asbaias

Se atualmente eles experimentam uma era mais pop, é só ouvir o disco “Mulher”, o primeiro do trabalho do trio, que já é perceptível a multiplicidade de sons e ritmos apresentados pela banda.

Ao longo dos últimos episódios, As Baías falaram sobre a nova era do grupo e também como foi trabalhar com Cleo no single “Você É do Mau”. Veja aqui! A pergunta que não que calar é: “E agora, o que vem por aí?”.

Assista ao episódio 3 do Storytelling POPline com As Baías!

Confira a letra de Onça/Docilmente selvagem com exclusividade

Intérpretes:

Assucena Assucena
Raquel Virgínia
Linn da Quebrada

Minha alma é livre,
meu faro reconhece de longe os que são dos meus
Não me peça que eu te siga
Nem diga não, a mim mesma

Minha alma é livre
Reconheço os meus, de sina e transparências
Lua brilhante em noites negras
Eu conheço suas veredas

Fico onde estou
Siga só

Meu jogo não é
Resta um
Nesse tabuleiro sigo em direção ao ser mais primitivo que sou

Onça ça, onça ça, sou
Onça ça, onça ça
Onça ça, onça ça, sou
Onça ça, onça ça

Onça ça, onça ça, sou
Onça ça, onça ça
Onça ça, onça ça, sou
Onça ça, onça ça

Docilmente Selvagem
Quatro patas, quatro cantos
Em delírios eu avanço
Procurando a diferença, na repetição
Com caninos de felina,
mastiguei minhas entranhas, com carinho
E agora eu vou te devorar, vou te devorar
Sou a onça e a pantera
Fera que era, mas não é
Nem nunca será

Fico onde estou
Siga só

Meu jogo não é
Resta um
Nesse tabuleiro sigo em direção ao ser mais primitivo que sou

Onça ça, onça ça, sou
Onça ça, onça ça
Onça ça, onça ça, sou
Onça ça, onça ça

Onça ça, onça ça, sou
Onça ça, onça ça
Onça ça, onça ça, sou
Onça ça, onça ça

Escrito por Helena Marques

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