Pitty. Foto: Twitter
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Pitty faz um convite à boemia noturna no clipe de “Tempo de Brincar”

Cantora lançou música e vídeo nesta quinta-feira (8/07)

Avisa que é ela! Após o sucesso do disco “Matriz”, de 2019, Pitty retorna às raízes do roqueiras e lança seu novo  single “Tempo de Brincar”, que chegou com clipe e tudo mais nesta quinta-feira (8). A faixa surge em comemoração ao Dia Mundial do Rock, celebrado neste dia 13, mas muito se engana quem acha que está seja uma música nova, composta em 2010, pela cantora e seu guitarrista, Martim, e faz uma analogia à várias coisas, mas o tempo de se divertir é à noite!

“Eu quis compartilhar um pouco arte, reflexão, rock in roll. É uma comemoração ao dia do rock”, reflete a artista baiana. A canção foi resgatada pelo produtor Rafael Ramos e o clipe segue com direção de Maurício Martinelle, que imergiu no universo grunge anos 1990.
“Foi um som que eu Martim fizemos quando a gente se reunia muito em casa, na época do Agridoce. A gente começou a gravar em casa, eu gravei a bateria, ele gravou o reef de guitarra, e, isso tudo, ele me ensinando a mexer num programa pra eu me gravar sozinha em casa”. disse ela durante a live pré-laçamento no YouTube, revelando que gravou bateria, percussão, teclados e voz.
“Eu pensei na letra na hora, que a gente estava falando sobre como estar juntos, tocando era o nosso tempo de brincar. E veio a letra, que fala sobre boemia, sobre quando você se perde brincando na noite e esquece que tem o dia seguinte. E quando tempo, né? Saudade de se perder na night, né, gente? Fala dessa aventura juvenil de se jogar na noite sem hora para acabar. É um tempo de brincar mais adulto”, diz.
Pitty. Foto: Twitter
As referências do clipe surgiram através da própria vivência da cantora por entre sua adolescência lá nos anos 1990.  “A letra tem muita simbologia. tem uma coisa que te puxa dessa brincadeira quer a vida real, a vida adulta, o sol que nasce, o boleto. Fui muito cringe”, diz ela, aos risos.
“Eu não sou cringe, eu sou grunge.A gente buscou referências da nossa bagagem. A gente viveu os anos 90 intensamente e voltamos naquela referência e estética dos anos 90 que a gente ama, mas na nossa releitura do que a gente entende disso agora”.
Pitty. Foto: Twitter

Na produção audiovisual, Pitty aprece em um vídeo de fundo preto com sua banda, ao som de muitos reefs de guitarra numa espécie de performance. Se era do bom e velho rock que os fãs dela estavam sentindo falta, é isso que eles finalmente vão ter. É que lá em “Matriz”, a roqueira deu uma baixada na distorção para experimentar uma sonoridade bem brasileira e mais introspectiva.

“Música inédita, clipe novo, rockão”, escreveu ela no Twitter com uma espécia de checklist. O trabalho chega após o lançamento do disco “Matriz”, que revisitou a trajetória da artista baiana pela cena underground de Salvador. Agora, ela assume as guitarra e bateria, provando que o bom e velho rock brazuca está mais vivo do que nunca. 

Escrito por Leonardo Rocha

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