in ,

MC Don Juan ultrapassa Gusttavo Lima e se torna o cantor brasileiro mais ouvido do Spotify

O cantor soma 9,575,172 milhões de ouvintes mensais na plataforma, enquanto o sertanejo fica com a marca de 9,526,973 milhões.

Foto: Divulgação/Assessoria

O momento é de comemoração para MC Don Juan! Somando quase 10 milhões de ouvintes mensais no Spotify Brasil, ele acaba de conquistar o título de cantor masculino mais ouvido do Brasil, que antes era do sertanejo Gusttavo Lima.

Leia mais:

Foto: Spotify

Matheus Wallace Mendonça da Cruz, conhecido como Mc Don Juan, aos 21 anos, traz uma bagagem de hits e conquistas em sua carreira, sempre representando o Funk. A sua história começou em 2017, com o lançamento da música “Oh Novinha”, single que viralizou nas redes sociais.

O cantor não tem dificuldades para unir o seu estilo aos mais diversos ritmos musicais e ele pode provar isso, através de suas inúmeras parcerias musicais que vão desde o sertanejo ao eletrônico, como por exemplo: Maiara e Maraisa, Alok, Luan Santana, Mc Ryan SP, Xamã, Psirico, Léo Santana, Dennis, Wesley Safadão, Mari Fernandez e muitos outros.

Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (7), o cantor acordou com muitos motivos para comemorar! Ele conquistou mais uma vitória em sua carreira e tornou-se o artista masculino mais ouvido do país, com 9.575,172 milhões de ouvintes mensais, no Spotify.

Ele segue trilhando um caminho de sucesso e vem garantindo novos hits como por exemplo, o single “Não Vou te Bloquear”, com Tarcisio do Acordeon, onde levou o piseiro para o seu EP “Summer” e  já são mais de 53 milhões de visualizações apenas no Youtube e mais de 59 milhões de plays no Spotify.

Além disso, um mês depois de lançar a inédita “Eu Vou Com Carinho”, uma parceria realizada com Mc G15 e Mc Davi, a canção segue no Top 5 do Spotify Brasil, ultrapassando 28 milhões de reproduções.

Escrito por Lucas Moraes

Após susto em hospital, Kourtney Kardashian tatua Travis Barker

Após susto em hospital, Kourtney Kardashian tatua Travis Barker

Johnny Massaro concorre contra “Thor” e defende política protetiva para cinema nacional