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Lu Andrade fala como foi cantar as músicas gravadas quando estava fora do Rouge e afirma: “não temos mais obrigação de entrar no mercado”

Recentemente Lu Andrade deu uma entrevista ao programa de rádio Observatório E, refletindo sobre sua atual fase profissional. Além de falar sobre ser finalista do reality show “Dancing Brasil”, da Record, ela também comenta sobre o Rouge, grupo onde é uma das integrantes.

O radialista ficou curioso para saber como acontece a divisão de vozes no grupo, já que são cinco integrantes. “Antes era o Rick Bonadio que decidia tudo, mas hoje, trabalhando com o Marcelinho Ferraz (do HEAD Media), todas gravam as músicas todas e aí a gente sugere. A gente já trabalha juntas há muito tempo e temos uma noção do que fica bom na voz de cada uma. E ele, com o ouvido de produtor, define se fica legal assim, ou não, ele faz as últimas alterações”, explicou.

Lu admite, no entanto, que no passado recebia certa vantagem nessa divisão. “Antigamente eu acho que era privilegiada pelo Rick por me colocar em muitas vozes principais, a Karin também. Hoje está muito dividido por igual”. A cantora confirma que essa divisão mais justa ajudou na relação das integrantes. “É, porque você trabalha com egos também, então todo mundo fica satisfeito, não tem brigas, só andamos pra frente”.

Um fato curioso é que o Rouge chegou a gravar dois álbuns sem a presença de Lu, já que ela deixou o grupo. Quando retornou, foi um desafio ter que cantar músicas que não estava familiarizada. “Quanto eu saí do Rouge, eu não ouvi mais as músicas. Então elas sabiam, porque elas tinham feito, então quando eu comecei a ensaiar eu tive que ouvir as músicas e fiquei encantada com os arranjos. Eu até liguei pro Rick Bonadio, falei ‘meus parabéns’, o trabalho foi impecável. Eu amei ‘Vem, Habib’, amei poder ter a chance de, mesmo em um show, fazer a minha parte, preencher a lacuna que eu tinha na minha vida. Então foi uma revolução espiritual, eu levei de uma forma energética. Eu acho que cumpri meu papel quando eu cantei essas músicas novas”.

A cantora garante que a atual fase do grupo é diferenciada. “O Rouge não tem mais nenhuma obrigação de entrar no mercado e provar alguma coisa, estamos aqui para celebrar e curtir esse momento, não queremos conquistar mais nada. As coisas estão mais leves, então estamos curtindo mais”, completa.

Escrito por Caian Nunes

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