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K-Pop: Político dos EUA ataca BTS e cria teoria da conspiração

Para KM Miller, K-Pop é “propaganda estrangeira” e está sendo usado para sabotar Donald Trump.

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O político KW Miller, candidato ao Congresso dos Estados Unidos pela Flórida, continua disseminando teorias da conspiração. Depois de chamar Beyoncé de satanista, KM Miller agora se volta contra o K-Pop e o grupo BTS. Ele diz que K-Pop é “propaganda estrangeira” e que BTS é uma sigla para “Big Time Socialists”. Nesses termos, o grupo estaria fazendo propaganda socialista nos Estados Unidos.

K-Pop: Político dos EUA ataca BTS e cria teoria da conspiração

(Foto: Divulgação)

Pelo Twitter, o político disse que, no mês passado, Alexandria OCasio-Cortez, também candidata ao Congresso, trabalhou com “agentes de K-Pop” pelo TikTok para sabotar o comício de Donald Trump. Ele se refere ao caso em que fãs de K-Pop se organizaram virtualmente para comprar ingressos do evento de Trump em Tulsa, em Oklahoma, para dar a falsa impressão de que seria um sucesso. No dia do comício, os assentos ficaram vazios. Foi notícia no mundo inteiro.

“Por que Alexandri OCasio-Cortez estava conspirando com coreanos como Junkook e BTS (Big Time Socialists) para minar nosso presidente? O TikTok é de donos chineses. Kim Jong Un [líder da Coreia do Norte] sabia?”, twitto KM Miller.

O político americano tem usado a estratégia de falar de grandes personalidades e popstars para atrair a atenção da mídia e do eleitorado na corrida eleitoral. Ele chegou a dizer que Beyoncé “nem é afro-americana”. “Ela está fingindo, por exposição. Seu nome verdadeiro é Ann Marie Lastrassi. Ela é italiana”, afirmou. Segundo KM Miller, “Formation”, em vez de ser uma música combativa à brutalidade policial com afro-americanos, é na verdade “demoníaca”.

“A música admitiu claramente que ela era demoníaca e que adorava satã em igrejas localizadas no Alabama e na Louisiana. Ela mantém símbolos satanistas em sua bolsa”, declarou

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