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(Foto: Divulgação)
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Joe Locke, de “Heartstopper”, quer fazer príncipe gay na Disney

“Isso seria um sonho”, disse o ator.

O ator Joe Locke, apresentado ao mundo na série “Heartstopper” da Netflix, sonha em fazer o primeiro príncipe gay da Disney. O adolescente de 18 anos, que é gay na vida real, falou sobre seu desejo em uma entrevista para o site Independent.

“Eu amaria fazer o primeiro príncipe gay da Disney. Isso seria um sonho”, disse o ator. Depois, ele compartilhou o link da matéria no Twitter e escreveu: “??? @Disney”.

De fato, a Disney nunca teve um príncipe gay. Nem uma princesa oficialmente lésbica. Isso só em fanfic.

Joe Locke, de "Heartstopper", quer fazer príncipe gay na Disney
(Foto: Instagram @joelocke03)

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Por ora, é só um sonho. Joe Locke está focado na divulgação de “Heartstopper”. A série só será renovada para 2ª temporada ao alcançar determinado número de horas assistidas na Netflix. Joe Locke tem sido franco sobre isso.

“Precisamos que todos vejam a 1ª temporada ou não teremos uma 2ª temporada. Vá assistir, senão não vai acontecer”, falou ao site Entertainment Weekly.

(Foto: Divulgação)

Quem é Joe Locke, o Charlie Spring de “Heartstopper”?

Joe Locke é o protagonista da série “Heartstopper”, novidade que entrou para o catálogo da Netflix. Ele faz o personagem Charlie Spring, estudante gay do Ensino Médio que se apaixona pelo amigo até então heterossexual, Nick Nelson (Kit Connor), jogador do time de rúgbi.

Ele é um novato no universo da atuação. Com apenas 18 anos de idade (fará 19 em setembro!), Joe se apresenta como um jovem gay de Isle of Man. Ele, inclusive, se identifica muito com seu personagem Charlie. “Eu acho que, com pessoas queer, existe uma experiência universal no que tange à escola, com a qual todos podemos nos identificar. Mas há diferenças”Joe Locke falou à revista Attitude.

“Eu nunca diria que sofri bullying. Posso pensar em apenas algumas pessoas que já disseram algo ruim para mim. Charlie realmente luta com isso. Eu acho que ir para uma escola só para meninos provavelmente tem suas diferenças. Fui para uma escola estadual mista e tinha mais amigas meninas do que meninos. Acho que teria sido difícil para Charlie, especialmente naquela situação.”

Escrito por Leonardo Torres

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