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First Listen: o primeiro single de Karin Hils é R&B, dançante, sensual e provocante

Cantora lança seu primeiro single fora do Rouge na sexta (17/1): a música chama-se “Fogo”.

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Karins Hils lança o primeiro single solo de sua carreira na sexta (17/1), e aqui você sabe tudo em primeira mão. O POPline pôde ouvir a música antes do lançamento. Ela se chama “Fogo” e é uma espécie de carta de apresentação da cantora – que sempre emprestou sua bela e potente voz para projetos de terceiros, e finalmente canta algo autoral. Desta vez, Karin mostra sua faceta sensual e provocante.

(Foto: Divulgação)

Embora esteja amparada por hitmakers – os produtores Pablo Bispo, Ruxell e Sérgio Santos (os “Dogz”, responsáveis por grandes sucessos de Anitta, IZA, Pabllo Vittar e Gloria Groove) – Karin foge de tendências de mercado e fórmulas reconhecíveis de sucesso. Essa cartilha, ela já seguiu brilhantemente no Rouge, grupo com o qual vendeu três milhões de álbuns e rodou todo o Brasil entre 2002 e 2005. “Fogo” ainda é pop, mas amadurecido e voltado para o R&B. É dançante, mas não do tipo “pistas de dança”. Está mais para uma dança sensualizando para alguém entre quatro paredes. Não é “farofa”. Difere bastante de “Não É Não”, solo de Karin no último álbum do Rouge.

Aos 40 anos, Karin Hils canta “sem tabu, sem pudor” sobre sexo, de uma maneira que seria impensável nos tempos áureos da girlband, que tinha público infanto-juvenil. A música, co-escrita por Karin, Douglas Campos e os produtores, traz versos como “amar até o nosso corpo cansar”, “sexo não, melhor fazer amor / na minha cama / a gente inflama / você me chama / pegando fogo” e “pele pele / boca boca / eu fico louca / tira a minha roupa”. Na busca por um discurso próprio, a cantora opta por possibilidades que não havia experimentado até então – fosse nos musicais teatrais, como “Hair” e “Mudança de Hábito”, no açucarado Rouge ou na novela infantil “Carinha de Anjo” (na qual também cantava). “Fogo” é bastante caliente.

Aliás, a produção é certeira na abstração do fogo enquanto som. A música remete ao verão e ao suor. Neste aspecto, a música quase implora por um tratamento audiovisual: em todas as vezes que ouvi a música, imaginei Karin em cenas de um clipe. Dançando com alguém, sensualizando, trancando a porta de um quartinho abafado (sabe “Señorita”?). Ela já gravou o clipe da música. É esperar para ver como ficou.

(Foto: Ariana Lima)

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