Storytelling POPline: Danna Paola celebra a presença das mulheres no topo das paradas de música latina. Foto: Divulgação
Storytelling POPline: Danna Paola celebra a presença das mulheres no topo das paradas de música latina. Foto: Divulgação
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Capa da GQ, Danna Paola diz que a numerologia fez com que ela focasse no seu lado cantora

Danna Paola está belíssima na capa da revista GQ do México, seu país natal. Durante a entrevista, ela é questionada sobre seus dois lados profissionais: o de cantora, e o de atriz. Se você não está reconhecendo, ela faz muito sucesso na série “Elite”, além de lançar músicas, como a mais recente “TQ Y YA”.

“Acho que, no momento em que você percebe que existe a possibilidade de fazer essas duas coisas, você tem dois mundos em suas mãos”

Ela explica: “No momento da atuação, absorvo os sentimentos, a mentalidade, o coração, a maneira de andar. Eu literalmente engulo a pílula do personagem. E para a música … Não há ninguém aqui, é Danna Paola no palco. Foi mais difícil para mim entender o universo da música; foi por isso que me aposentei por sete anos, não queria continuar cantando, não consegui continuar fazendo isso a partir dos 16 anos. Mas agora sei quem sou. Além disso, a música consistia em interpretar as melodias do romance, mas nunca fui eu até o meu último álbum. Levei sete anos para me construir como cantora. No momento em que decido ir a um numerologista“, soltou.

A numerologia foi fundamental para que ela decidisse que cantar seria mesmo prioridade. “Sim, realmente, foi muito louco. Na Espanha. Ele me disse: ‘Danna, seu número é seis, o que representa música. Você sempre foi uma cantora que atua, não uma atriz que canta. É algo que você ainda não entendeu. E aí caiu a ficha. Isso me ajudou muito a ir morar na Espanha“, completa.

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Bandeiras

Danna Paola não tem medo de “militar” e levantar as bandeiras que acredita. “Nos últimos anos, um movimento muito grande se formou e, portanto, compreendi e tomei consciência de situações que também vivenciei. Havia coisas que eu não sabia que aconteciam comigo: machismo, misoginia e, claro, violência. Eventos que achamos normais porque, de alguma forma, eles nos educaram e porque no México, especialmente, existem muitas pessoas muito machistas“, desabafou ela.

Quando disse que viveu na pele problemas quando esse, ela foi bem sincera.”Todas as experiências que tive na minha vida, relacionamentos tóxicos, comentários, agressões pelo Twitter, bullying, mantivemos tudo isso, e não tínhamos percebido isso até que decidi me encarregar da minha carreira, aprendi a ser uma mulher independente , renasci das minhas cinzas e eliminei pessoas tóxicas do meu ambiente“, disse ela.

“Para mim, é muito importante como mulher, também como atriz e cantora, colocar todas essas situações na mesa e nunca mais ficar calada, seja através da minha música, campanha ou apoio, e ajudar o feminismo”, completou.

Veja fotos:

Fotos: © José Carlos Martínez – GQ México

Escrito por Caian Nunes

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