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Ariana Grande

Após críticas a acusando de futilidade em “7 Rings”, Ariana Grande compartilha texto com real significado da música

Nesta sexta-feira (18) Ariana Grande liberou seu novo single “7 Rings”, imediatamente tendo repercussão mundial. Na letra, ela fala, sem medo, de poder e dinheiro. “Quem disse que dinheiro não resolve seus problemas /
Provavelmente não tinha dinheiro suficiente para resolvê-los”, canta ela, em livre tradução.

Tal temática acabou fazendo com que alguns, inclusive sites importantes como o Pitchfork, a acusassem de futilidade. “É um desapontamento dado todo o hype”, escreveu o site. “Seu tom de desprezo está muito longe da benevolência que aparece no ‘Sweetener’ […] Não há como negar o prazer da terapia que é comprar, mas o trabalho recente de Grande tem sido notável por sua empatia e inclusão. ‘7 Rings’ é um sapato alto afiado de fundo vermelho que perfura a fantasia de que Grande é exatamente como você. Isso é o mais complicado que ela já soou, especialmente quando ela atinge um terceiro verso que é cantando com impressionante destreza, isso se ela conseguisse causar identificação dos ouvintes”, soltou.

Sabendo disso, a cantora divulgou nas redes sociais um trecho de outra crítica, mostrando um lado contrário a tudo isso – o do empoderamento feminino. Pelo visto, foi isso que ela realmente pretendeu.

“Sua resiliência selvagem está pingando ao longo desta trilha e é inebriante. A falta de cuidado e a malandragem em sua entrega são icônicos. É ridículo dizer que chorei um pouquinho ouvindo essa música? Há algo em sua dedicação incontestada, mas focada em sua ênfase e uso do bem material, que atinge algo realmente profundo, especialmente quando jovem. Eu não tenho que me desculpar pelo que me faz feliz. Eu não tenho que me minimizar para ser palatável para aqueles desconfortáveis com a minha grandeza. Se você acha que essa música é apenas superficial, você está perdendo o ponto totalmente, isso é muito mais profundo do que bens materiais. Este é um hino para a mulher do século XXI que não precisa de permissão e, especialmente, não precisa de um homem. Nem uma vez. Nunca. A menos que ela se sinta assim”, diz o texto compartilhado, escrito por Halleta Alemu.

E aí, qual é seu ponto de vista?

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