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A Menina Que Matou os Pais: por que Carla Diaz no papel de Suzane von Richthofen?

Maurício Eça conta ao POPline o porquê de sua escolha por Carla Diaz.
Eu precisava de atores que se despissem de vaidade e entrassem nesse processo com muita vontade de viver esse desafio. É um desafio muito grande. Eles sofreram críticas nesse processo, até porque as pessoas não entendiam muito bem o gênero 'true crime'. Hoje, já entendem mais. Foram duas escolhas muito acertadas, porque eles se empenharam muito e entregaram demais.
(Foto: Stella Carvalho / Divulgação)

Carla Diaz é Suzane von Richthofen nos dois filmes que chegam a 240 países na próxima sexta (24/9) no Amazon Prime Video: “A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”. É certamente o papel mais diferente da carreira dela. Quem a escalou foi o diretor Maurício Eça, que conversou com o POPline sobre sua decisão.

“A gente fez um processo de casting, de testes. Não diria que foi grande. A gente já foi em alguns perfis que a gente buscou e os dois [Carla Diaz e Leonardo Bittencourt] se destacaram. Foi uma junção entre o talento, uma certa proximidade física com os personagens, e a vontade deles de fazerem isso. Além de atores muito competentes, eu precisava de atores que tivessem uma entrega enorme”, explica o cineasta.

A Menina Que Matou os Pais: por que Carla Diaz para Suzane von Richthofen?

(Foto: Stella Carvalho / Divulgação)

Leia mais:

Gravações intensas de dois filmes ao mesmo tempo

A equipe rodou os dois filmes – um baseado no depoimento de Suzane von Richthofen e outro baseado no depoimento de Daniel Cravinhos – ao mesmo tempo, em 33 dias. O processo foi intenso e exigiu muito dos atores. Eles tinham que fazer duas versões das cenas, com intenções diferentes, e o público poderá ter a experiência completa.

“Eu precisava de atores que se despissem de vaidade e entrassem nesse processo com muita vontade de viver esse desafio. É um desafio muito grande. Eles sofreram críticas nesse processo, até porque as pessoas não entendiam muito bem o gênero ‘true crime’. Hoje, já entendem mais. Foram duas escolhas muito acertadas, porque eles se empenharam muito e entregaram demais”, diz Maurício Eça.

Eu precisava de atores que se despissem de vaidade e entrassem nesse processo com muita vontade de viver esse desafio. É um desafio muito grande. Eles sofreram críticas nesse processo, até porque as pessoas não entendiam muito bem o gênero 'true crime'. Hoje, já entendem mais. Foram duas escolhas muito acertadas, porque eles se empenharam muito e entregaram demais.

(Foto: Stella Carvalho / Divulgação)

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