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Vintage Culture foi a festa clandestina e defende soluções para retorno de eventos

Em entrevista à podcast, DJ disse que compôs mais de cem músicas no período e já retoma um “novo normal” durante a pandemia

O DJ Vintage Culture revelou que quebrou a quarentena do novo coronavírus para curtir festas clandestinas, em conversa com o Flow Podcast. No papo, além de revelar que produziu mais de cem músicas no período, ele lembrou que a música eletrônica é um dos setores que mais terá dificuldade na retomada do novo normal.

“A verdade nua e crua é que a festa nunca parou (risos), quem é serio e vive de eventos tá se ferrando. Eu mesmo fui em festa clandestina, tem hora que você não aguenta mais, eu fiquei em casa de março até agosto, mas chega uma hora que você não aguenta mais”, assume ele, deixando de lado as recomendações de distanciamento social.

 

Na visão do DJ, a indústria do entretenimento foi uma das mais atingidas com a pandemia. “Todo fim de semana é festa. Eu não recrimino. As pessoas precisam trabalhar. Esse indústria movimenta bilhões e tem as pessoas que precisam disso. E o cara que está indo num evento sabe o risco que tá correndo. Ninguém obriga ele a ir”, reflete Vintage Culture, defendendo soluções para a retomada dos eventos.

“A musica eletrônica foi muta mais prejudicada que todos. Ninguém vai curtir música sentado. Dá pra curtir um show do Gusttavo Lima, sentando, tomando uma cerveja, mas música eletrônica é uma comunhão… não tem como ficar assim. Vai ser o último dos últimos a voltar se continuar esse p*taria”, decretou.

Foto: Reprodução/Instagram

Isolado do início da pandemia até o mês de agosto, segundo ele, o DJ tirou os meses de reclusão para compor. “Eu to desde de março sem tocar, eu fiz uma cem musicas. De agora até o fim do ano tem lançamento todas as sextas. Tem uma conexão com artistas do  Zimbábue e Londres, uma conexão muito louca, a musica não parou”, diz.

 

Escrito por Leonardo Rocha

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