Hoje cedo, quando o serviço de streaming de música online Spotify anunciou que todos os álbuns de Taylor Swift não faziam mais parte de seu catálogo, o pagamento irrisório pela execução das músicas no website e em seus aplicativos foi logo apontado como o culpado.
Mal sabiam eles que a retirada do portfólio de Taylor Swift do catálogo musical do Spotify foi uma estratégia de marketing do presidente da gravadora de Taylor, a Big Machine Records, o senhor Scott Borchetta.
Segundo informações do website “Business Insider”, Scott planeja vender a Big Machine Records e quer 200 milhões de dólares pela gravadora. E para isso, Scott, segundo a fonte apontada pelo “Business Insider”, quer mostrar a força que sua gravadora tem em vender discos e ter as músicas da Taylor no Spotify não ajudaria muito nisso.
Para Scott, não disponibilizar as músicas da atual queridinha dos Estados Unidos para streaming causaria uma “escassez” online, forçando a uma maior venda de CDs e downloads.
Se confirmado o sucesso do novo álbum de Taylor Swift, o “1989”, em sua semana de lançamento, a Big Machine Records pode faturar cerca de 13 milhões de dólares só em uma semana (e só com um de seus produtos à venda).