Ao anunciar a compra de suas “masters”, Taylor Swift revelou que o tão aguardado álbum “Reputation (Taylor’s Version)” está longe de se tornar uma realidade. “Para ser totalmente transparente, eu não regravei nem um quarto dele ainda”, ela escreveu na carta aberta. Desta vez, as teorias dos fãs não passaram de um grande surto.
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Desde que rompeu com a Big Machine Records e viu seu catálogo ser vendido para o empresário Scooter Braun, Taylor Swift vinha regravando todos seus álbuns. Eles foram relançados com o acréscimo de “Taylor’s Version” no título. Ela fez isso com o “Fearless” e o “Red” em 2021, o “Speak Now” e o “1989” em 2023.
“O ‘Reputation’ foi feito especificamente para um momento muito específico da minha vida.
Continuei esperando um sinal para começar a regravação. Tudo nesse álbum — o estilo de produção, os temas — vieram de uma mentalidade e de um contexto que representavam um lugar obscuro. Essas músicas vieram como um escudo, uma armadura, perfeitas em sua imperfeição. Elas me mostraram lados de mim que eu achava que não poderiam ser melhorados… até que fiz novos álbuns, como o ‘Midnights’ ou o ‘1989 TV’, que mostraram que eu ainda estava crescendo. Então, haverá uma hora certa para revisitar o ‘Reputation’… e eu saberei quando ela chegar”, conta Taylor Swift.

(Foto: Divulgação)
Sem necessidade de mais regravações para Taylor Swift
Mas a verdade é que, a partir de agora, não existe mais a necessidade de regravar nenhum álbum. Com a cantora se tornando dona da própria obra, os lucros decorrentes do consumo do “Reputation” original passam a ir para ela. Antes, ela só tinha os direitos autorais, não dos fonogramas.
Com a compra, avaliada entre US$ 600 milhões e US$ 1 bilhão, Taylor também passa a controlar como suas gravações serão usadas daqui para frente.

(Foto: Divulgação)
