A Deezer viveu um ano de expansão de território em 2025, ampliando sua atuação para além do streaming e ocupando espaços culturais como festivais, moda, diversidade e projetos proprietários com artistas. Para Rodrigo Vicentini, General Manager da Deezer Latam, esse movimento parte de uma visão clara sobre o papel da plataforma no ecossistema musical, dentro e fora do aplicativo.
LEIA MAIS
- Menos é Mais comanda nova edição do Purple Door, projeto global da Deezer
- Deezer leva Pabllo Vittar ao São Paulo Fashion Week com o projeto “Club Vittar”
- Deezer anuncia executivo brasileiro como novo General Manager para a América Latina
- Deezer anuncia nova fase do programa NEXT com lançamento de 10 playlists e destaque para Irmãs de Pau
“Acreditamos que a música tem um poder único de conectar pessoas. Por isso, na Deezer, usamos a tecnologia para aproximar nossos fãs de seus artistas preferidos, dentro do app, através de features que hiperpersonalizam a experiência, e fora dele, por meio de eventos, colaborações e ativações que inserem nossa marca nas principais conversas culturais. Nosso objetivo é criar experiências que marquem para sempre nossos fãs e seus artistas favoritos”, afirma Rodrigo em entrevista exclusiva ao POPline.
Rodrigo Vicentini. Foto: Divulgação / Deezer Brasil
Como a Deezer escolhe seus territórios
Entre as iniciativas de 2025, chamaram atenção as ações que cruzam música, diversidade e lifestyle, como a presença no Hopi Pride e no São Paulo Fashion Week. Para Vicentini, essa expansão nasce da leitura profunda que a plataforma faz dos hábitos dos próprios usuários.
“Sabemos os hábitos de consumo dos nossos fãs com muita granularidade. Os momentos em que ouvem música e os territórios que estão mais conectados com esse consumo: na prática de esportes logo cedo, no trajeto para o trabalho ou ainda enquanto cozinham ou relaxam”, explica.
“Esses dados nos ajudam a entender onde a música realmente acontece na vida das pessoas e quais territórios fazem sentido para a Deezer estar presente,” complementou.
Segundo ele, quando a marca se aproxima de eventos como o SPFW ou o Hopi Pride, o objetivo é refletir o comportamento da comunidade que já está dentro da plataforma.
“Celebramos a diversidade, autenticidade e o poder da música em unir pessoas. Queremos estar presentes cada vez mais nas conversas do dia a dia dos nossos fãs, seja na música, na moda, no esporte ou em qualquer território onde nossa marca possa entreter nossos fãs.”
Territórios culturais em expansão
A presença da Deezer em 2025 consolidou um mapa mais amplo de atuação, conectando música a diferentes estilos de vida e espaços de convivência, sempre guiada por dados de uso e comportamento.
Outro destaque deste ciclo é o Deezer Sessions de Verão, que reuniu Pabllo Vittar, Dilsinho e outros artistas em performances exclusivas para um público selecionado. O projeto, criado no Brasil, materializa a proposta de unir tecnologia, comunidade e música ao vivo.
“O Deezer Sessions de Verão é um projeto criado aqui no Brasil e mostra o poder que temos de usar a tecnologia para aproximar fãs e artistas de forma genuína. Conseguimos identificar quem são os superfãs de cada artista e reuni-los para uma experiência imersiva, emocional e super exclusiva, feita sob medida para quem realmente vive a música”, diz Vicentini.
O executivo destaca que a dinâmica do evento não se limita a performance. É sobre criar uma atmosfera compartilhada: “Criamos um ambiente onde o artista se sente abraçado e em casa, cercado por pessoas que o acompanham de verdade. Isso gera uma atmosfera única entre o artista e seus superfãs.”
Música brasileira no centro
O fortalecimento da cena nacional também se tornou parte importante da estratégia de 2025, especialmente com a aproximação de gêneros fora do eixo Rio-São Paulo, como o forró eletrônico e o pagode. Entre as iniciativas do ano, a Deezer lançou o Purple Door com o Menos É Mais, projeto que buscou potencializar o alcance do grupo de Brasília.
“A Deezer acredita que a música brasileira é uma das mais ricas e diversas do mundo. Nosso papel é usar a tecnologia e a nossa curadoria para dar visibilidade a artistas de todos os estilos e regiões. O streaming tem o poder de democratizar o acesso e permitir que novas vozes cheguem a públicos que antes jamais teriam esse alcance,” diz.
O que vem aí em 2026
Depois de um ano marcado por ativações, experiências e expansão de territórios, a Deezer já prepara novos passos. Vicentini antecipa que a combinação entre dados, tecnologia e presença cultural continuará guiando a operação.
“Em 2026, estamos preparando muita coisa boa para surpreender nossos fãs. Vamos continuar usando o poder da tecnologia para aproximá-los cada vez mais de seus artistas favoritos dentro e fora do app”, adianta.
“Veremos a Deezer presente em novos territórios e cada vez mais participando das conversas do dia a dia do brasileiro, reforçando nosso papel de criar conexões verdadeiras entre fãs e artistas.”