A polêmica envolvendo o documentário “Leaving Neverland”, que recoloca sob os holofotes acusações de assédio sexual infantil contra Michael Jackson, continua firme e forte. Há quem defenda o documentário e suas novas provas e há quem defenda a inocência do cantor, falecido em 2009.
A mais nova dessas a sair em defesa de Michael Jackson é sua sobrinha, Brandi Jackson, que namorou por sete anos com Wade Robson, um dos acusadores do documentário “Leaving Neverland”. Em recente entrevista ao programa de rádio The Kyle and Jackie O Show, Brandi afirmou não ter nunca ouvido seu ex-namorado falar das atuais acusações de assédio sexual contra Michael Jackson e acredita que ele, assim como os envolvidos no documentário, estão atrás apenas de compensação financeira.
“Quando assisti ao documentário fiquei totalmente enojada, para ser sincera. As coisas que ele diz são absurdas e completamente ridículas. Ele não estava descrevendo meu tio. Ele estava descrevendo uma pessoa totalmente diferente, mas não meu tio. E é por isso que essa história mudou completamente ao longo dos últimos 15 anos. Tudo que ele já havia dito sobre o meu tio é o oposto do que foi mostrado no documentário”, afirmou Brandi, que é filha Jackie Jackson, irmão de Michael.
“Parte do que eu tenho a dizer é, com Wade dizendo que ele estava com medo que Michael fosse parar na cadeia [caso ele revelasse o abuso], Wade era um homem adulto quando ele testemunhou pela segunda vez. E se alguém esteve abusando de você quando você tinha 14 anos de idade, e você teve a chance de testemunhar e colocar esse homem para longe pelo resto de sua vida para que ele não machucasse mais ninguém, você assim o faz. Você faria. Eu consigo entender que quando ele era uma criança e ele estava com muito medo de fazer algo do tipo, isso faz sentido. Mas como um homem adulto, não faz”, explicou Brandi Jackson.
