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Site diz que Anitta só funciona na América Latina com J Balvin; cantora rebate no Twitter

“‘Medicina’: Anitta em espanhol já é 1º lugar no Brasil, mas nem entra em paradas do resto da América Latina” – esse é o título da matéria do site G1 publicada neste domingo (22/7). Anitta não ficou nada satisfeita e usou o Twitter para rebater a informação, explicando seu plano de carreira para o jornalista que assina a reportagem, Rodrigo Ortega.

“Explicando um pouco sobre carreira e gráficos de crescimento com exemplos práticos. Antes do meu país me conhecer com ‘Show das Poderosas’, eu tive 5 singles trabalhados. Nestes, meu alcance era regional carioca em sua maioria (por ser meu local de origem) respingando um pouco nas suas adjacências. Com ‘Show das Poderosas’, houve um pico bem parecido com o de ‘Downtown’, citado na matéria. E logo depois uma pequena queda para os singles seguintes, muito comum depois de picos grande como esse (favor analisar qualquer gráfico de crescimento)”, escreveu a cantora.

A matéria do G1 diz que Anitta só consegue adentrar o mercado latino quando conta com apoio do J Balvin. “Por enquanto, ela só conseguiu chegar a rankings dos países hispânicos nas duas faixas que gravou com J Balvin, colombiano bastante conhecido na região: ‘Downtown’ e ‘Machika'”, escreveu Ortega, “‘Sim ou não’, com Maluma, e ‘Paradinha’, sozinha, só chegaram mesmo às 50 mais tocadas do Spotify no Brasil”.

Anita, no entanto, continua sua explicação: “depois de mais de um ano [de Show das Poderosas], a música que conseguiu chegar próximo deste patamar foi ‘Zen’, mesmo assim nada comparado à rapidez meteórica dos resultados o primeiro grande hit. Depois mais uma pequena queda nos singles seguintes após o pico de zen e seguimos estáveis até ‘BANG’ feito alguns vários anos depois. Isso tudo para explicar que… assim funciona um projeto de carreira. Sem pressa e desespero de meter os pés pelas mãos de frustrando com coisas naturais como curso normal de um gráfico de crescimento temporal. Sinto informar que não temos expectativa de alcançar um fenômeno como ‘Downtown’ tão cedo assim por que fenômenos são acontecimentos mais raros e não tão frequentes assim”.

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