Alguns dos integrantes do grupo pop latino da HYBE Santos Bravos são também compositores, e eles garantem que o público conhecerá essa faceta deles mais cedo ou mais tarde. Em entrevista ao POPline, o quinteto contou que lançar músicas autorais faz parte de seu plano.
(Foto: Divulgação)
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“Obviamente. A gente sempre está no estúdio. Quando a gente não está treinando, a gente está no estúdio. E obviamente a gente tem sempre essa liberdade. Com o tempo, vocês vão ver muitas coisinhas vindo da gente”, diz o membro brasileiro Kauê Penna.
“A gente está sempre muito presente em todo o processo no estúdio. A gente gosta muito. É uma das mais partes que a gente mais gosta e onde a gente realmente se conecta muito bem como grupo. Tenho memórias muito lindas de quando a gente está gravando. É sempre muito incrível. Vocês vão ver muitas coisas”, completa.
Depois do debut no ano passado com a música “0%”, que ganhou versão em português, os Santos Bravos atualmente promovem seu segundo single, “KAWASAKI”. A música, co-escrita e co-produzida pelo norte-americano Diplo (o mesmo de “JUMP” do BLACKPINK), é cantada em três idiomas: inglês, espanhol, e português. Os Santos Bravos querem se consolidar como um grupo trilíngue. A entrevista foi concedida nos três idiomas, por exemplo.
HYBE mira no Brasil com Santos Bravos: “Amamos cantar em português”
A HYBE, conglomerado de entretenimento da Coreia do Sul conhecido por grupos de K-Pop como o BTS, mira no público brasileiro. Além de escalar um cantor carioca, Kauê Penna, para seu primeiro boygroup latino, o Santos Bravos, a empresa aposta em uma versão em português do single “0%”, gravado primeiro em espanhol. “Amamos o Brasil e amamos cantar em português”, diz o caçula do grupo, o mexicano Kenneth Lavíll, em entrevista ao POPline.
Os Santos Bravos tiveram não mais do que oito horas para aprender a música em português. Os integrantes receberam a letra escrita com os fonemas. “Acredito de coração que não ficou ruim, para o tempo que tivemos”, diz Kenneth. “Kauê foi um grande professor”, elogia o porto-riquenho Gabi Bermúdez. Quando o repórter desta matéria pede para darem uma palinha, eles fazem na mesma hora. A letra está na ponta da língua.
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