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Rock In Rio

Rock in Rio completa 35 anos e promete mais surpresas para a edição de 2021

“Nosso mantra é surpreender e inovar”, garante o idealizador Roberto Medina.

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Foto: Reprodução de Internet

O ano era 1985. O país passava por grandes transformações. Saía da ditadura militar e seguia para a democracia. Os brasileiros respiravam um sentimento de euforia e liberdade. Neste mesmo ano nascia o Rock in Rio, que já em sua primeira edição foi considerado o maior evento de música do mundo ao reunir 1,3 milhão de pessoas na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Era a primeira vez que um país na América do Sul sediava um evento musical nessa proporção. Para o público presente, aquela foi a melhor edição já vista do festival. Um terreno pantanoso que gerou histórias por quem passou por ali, já que a lama está guardada na memória afetiva de cada um.

Naquele 11 de janeiro, nomes como Queen, Iron Maiden, Whitesnake, Baby Consuelo e Pepeu Gomes, Erasmo Carlos e Ney Matogrosso subiam ao palco para a primeira noite de um festival que marcaria a vida dos brasileiros (e por que não de portugueses, espanhóis e norte-americanos?). Passados 35 anos, o festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de entretenimento e experiências, mas muito além disso, o Rock in Rio cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro e no compartilhamento do seu conhecimento e maturidade para inspirar pessoas em suas vidas profissionais e pessoais.

“A grande diferença do Rock in Rio para qualquer outro grande evento de música do mundo é que o Rock in Rio tem história. Aqui no Brasil quando um artista se apresenta, ele nos entende com um outro peso. Ele chora, fica tenso, tudo porque se sente construindo esta história. Ele encara o Palco Mundo de uma forma diferente, ele dá tudo de si porque ele quer fazer parte dessa história também”, explica Roberto Medina.

O idealizador deste grande projeto ainda afirma que cada edição tem sua importância e relevância na história do evento. “Eu construí o Rock in Rio para dar voz aos jovens, a uma população que não queria mais se calar depois de todo o período da ditadura militar. Impressionante como quase 40 anos depois, não temos mais a ditadura, mas ainda assim as pessoas precisam de voz, precisam de um lugar no qual elas possam dialogar com igualdade. No Rock in Rio elas se sentem assim, livres.”

Após oito edições no Brasil, oito em Lisboa, três em Madri e uma em Las Vegas, as novidades para as próximas edições já estão sendo preparadas. “Para 2021 já estamos estudando novas entregas para o público. Nosso mantra é surpreender e inovar. Pensamos nos detalhes. Mesmo quando os ingressos esgotam continuamos criando. Portanto, podem aguardar que virá muita coisa boa por aí”, finaliza o criador do Rock in Rio.

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