Um porta-voz do Spotify entrou no embate entre a Billboard e o YouTube sobre a diferença de peso entre os streams de assinantes e streams de usuários do plano gratuito. Charlie Hellmann, ‘head’ de música do Spotify, defende que os streams dos assinantes realmente pesem mais na pontuação das paradas.
(Foto: X @Hellmania / Divulgação)
“Spotify tem tanto streams pagos/de assinaturas quanto streams grátis/com anúncios. Toda atividade importa. Mas acho que é certo dar mais peso para streams pagos. Pessoas pagando US$ 150 por ano para ouvir música significa mais, mostra maior nível de intenção de fã, e é melhor para os artistas e para o ecossistema”, ele escreveu no X (Twitter).
É a posição compartilhada pela Billboard. A plataforma anunciou que, a partir de janeiro, 2.500 streams gratuitos equivalerão a uma unidade de álbum e 1.000 streams pagos/de assinantes equivalerão a uma unidade de álbum.
(Foto: Divulgação)
YouTube defende peso igual para streams gratuitos e pagos
O YouTube tem outra posição. A plataforma anunciou que não fornecerá mais seus dados para a Billboard a partir de janeiro. Para o ‘head’ global de música da plataforma, Lyor Cohen, a fórmula utilizada pela Billboard não reflete como os fãs consumem música hoje em dia. E é elitista.
“Estamos empenhados em alcançar uma representação equitativa em todas as paradas musicais e esperamos poder trabalhar com a Billboard para que isso volte a acontecer”, diz Cohen.