As declarações do político colombiano Marco Fidel Ramírez contra o clipe de “Can’t Remember To Forget You”, da Shakira com a Rihanna, lhe renderam ameaças de morte. Segundo o ativista do Conselho de Família, que pede o veto ao vídeo, sua vida está em risco, mas ele não muda de posição. “Por dizer que o clipe da Shakira é ‘inconveniente’, me chovem ameaças, calúnias, insultos, advertências, ataques, piadas, tomates e o que mais?”, ironizou.
Ramírez acredita que o clipe deve ser censurado por “seu conteúdo explícito, vulgar e imoral”. Em carta aberta escrita à Shakira, ele pede que ela mesma pare de trabalhar a música e retire o vídeo da Internet. Para ele, o clipe “incentiva a roubar, a matar, a praticar o lesbianismo e o tabagismo, o que vão contra à ordem social natural”. Ramírez acusa a cantora de menosprezar os princípios morais em prol do seu interesse econômico.
Na Internet, ele tem feito um trabalho de divulgação massivo contra o clipe, incentivando as pessoas a subirem a hashtag #PeligroVideoShakira. Para ele, o vídeo é prejudicial para crianças e adolescentes em formação. Mas, na verdade, sua campanha gera ainda mais curiosidade nos jovens. No Youtube, o clipe já registra mais de 78,9 milhões de acessos desde 31 de janeiro.