O show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl foi o mais assistido da história, com 135,4 milhões de telespectadores sintonizados. No YouTube, o vídeo da performance postado no canal da NFL ultrapassa 54 milhões de visualizações. É um sucesso. Bad Bunny está dominando as paradas de streaming no pós-show.
Números globais
No dia seguinte do Super Bowl, Bad Bunny apareceu com 35 músicas no Top 200 da parada global do Spotify e ocupou o Top 7 inteiro. A música mais ouvida foi “DtMF”, com 16,5 milhões de streams em 24 horas – um recorde para uma canção em espanhol. Mas todas as sete mais ouvidas bateram, no mínimo, 5,3 milhões de reproduções.
Na Apple Music, Benito ocupou as seis primeiras posições do ranking sozinho, com direito a sete faixas no Top 10 e 32 no Top 100. Na Deezer, “DtMF” apareceu em 13º lugar no dia seguinte ao Super Bowl.

(Foto: getv)
Estados Unidos
Bad Bunny foi o artista com mais entradas na parada do Spotify nos Estados Unidos no dia seguinte ao Super Bowl: 41 faixas. No Top 10, as nove faixas mais bem posicionadas são dele, todas com n mínimo 1,2 milhão de streams em 24 horas. “DtMF”, a mais ouvida, fez 5,7 milhões.
Na Apple Music, o porto-riquenho colocou 31 faixas no Top 100, sete no Top 10, e ocupou o Top 6 completo. “DtMF” também foi a mais ouvida.
Bad Bunny no Brasil

(Foto: getv)
O show do astro porto-riquenho, que vem ao Brasil neste mês, também impactou o mercado brasileiro. “DtMF” saltou 50 posições na parada do Spotify e alcançou o 3º lugar, tornando-se a única música internacional no Top 10.
Na Apple Music, Benito colocou 26 músicas no Top 100 no pós-show , com direito a ocupar o Top 3 inteiro com “DtMF”, “BAILE INoLVIDABLE” e “NUEVAYoL”. Na Deezer, Bad Bunny colocou três faixas no Top 10 e alcançou o topo da parada com “DtMF”.
“O Brasil historicamente não tinha o hábito de consumir música em espanhol, mesmo sendo parte da América Latina. O que o Bad Bunny vem fazendo é uma quebra de barreira e minha torcida é para que seja de forma definitiva. Após cada grande exposição, seja um prêmio, seja um show como o do Super Bowl, a resposta do público é imediata”, destaca Eduardo Ribas, editor sênior da Deezer.