Elana Dara e Nilo. Foto: Divulgação
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Nova fase: Elana Dara vive rainha da selva e contracena com cobras no clipe de “Sem Fim”, parceria com Nilo. Veja!

Aos 20 anos, cantora curitibana aposta do pop acústico, mostra nova faceta com clipe empoderado

É bom estar preparado para a fase empoderada de Elana Dara. Promessa do pop good vibes, a cantora curitibana, de 20 anos, está esbanjando sensualidade e autoestima no clipe de “Sem Fim”, uma parceria com Nilo, lançada nesta sexta-feira. O hit é um mix perfeito da essência acústica da jovem com o balanço ritmado do beat. Uma novidade no repertório dela, que incorpora a espécie de rainha da selva no vídeo e ainda contracena, acredite se quiser, com uma cobra.

Mano, eu estou muito empolgada com esse clipe! As pessoas vão me ver diferente, a imagem é algo que eu comecei a trabalhar agora, estou me encontrando nesse visual totalmente fora da casinha”, diz ela, aos risos, que aparece de corpete e figurinos provocantes. “Eu curti demais. Me senti uma mulher gostosona. Uma versão empoderada”, brinca ela.

Foi durante uma noite – nada tranquila – de sono que a loira teve a ideia da produção, que já pode ser vista no YouTube. “No dia em que fiz a música com o Nilo eu sonhei que falava com cobras, tipo, uma rainha da selva. Na hora eu pensei em não fazer o obvio e embarcar nessa ideia”, destaca Elana, que, corajosamente, não se intimidou com a presença do animal rastejante. “Tecnicamente ela era mansa, mas, às vezes, me envarava e eu ficava com medo. Mas sabe aquela listinha de coisas para fazer na vida? Gravar com uma cobrar estava entre ela. Check!”, comemora.

Elana Dara. Foto: Divulgação

E não são só as cobras que chamam atenção no clipe. Além do entrosamento entre Elana e Nilo, o figurino da artista ganha destaque. Para ela, o reflexo de um momento positivo de sua vida. “Eu estou muito biscouteira”, brinca. “Estou me sentindo maravilhosa. A gente é feito de altos e baixos, ultimamente estou me sentindo bem como estou, como estou agindo, como me vejo  e isso transparece na imagem, no meu trabalho. Estou num momento bom e feliz”, diz.

Depois dos sucessos Ninguém dá certo cmg” e “Falei de Você Pra Minha Mãe”, Elana surge em sua primeira parceria musical. Ouvindo novos ritmos e amadurecendo sua essência, a curitibana, radicada em São Paulo, passou a incluir novos elementos ao seu estilo.

“É um som que está evoluindo, que tá indo pra minha identidade. Eu gosto muito de beat. A quarentena fez minhas músicas soarem mais acústicas, mas, agora, voltando pro estúdio, eu estou compondo em cima das batidas”, assume, sem deixar de lado seu companheiro de viagens. “Eu amo violão e sempre vou amar! Gosto de construir algo primeiro com violão e entrar com o beat. É tipo um Pokemon evoluído”, conta a artista, aos risos.

Elana Dara. Foto: Divulgação

A parceria com Nilo foi fundamental para a construção de “Sem Fim”. Enquanto Elana floreava o violão com a harmonia dos acordes, o rapper encaixava as rimas em um beat perfeito. Os dois se conheceram no Instagram e firmaram a parceria. “Foi muito legal, porque foi fluindo muito bem”, entrega a loira, que divide, pela primeira vez, a composição de uma faixa autoral. “Isso tudo vem muito das referencias que venho ouvindo. Eu estava ouvindo mais músicas orgânica e fui mudando, gostando de trap. É como se fosse um novo desafio, uma repagina na minha musica”.

Foi através do YouTube que Elana Dara ganhou visibilidade com covers na internet. De lá para cá, a menina vem colhendo os frutos de seu talento e se tornou uma das maiores apostas do pop acústico. “As redes sociais têm 100% de importância na minha carreira. É uma vitrine que não tinha antes. Mesmo sem ter investimento, e qualquer pessoa acreditando no meu trabalho, tive essa vitrine. Se não fosse a internet eu não chegaria até aqui”, destaca.

Entre as principais influências de Elana estão Cássia EllerRita LeeAnavitóriaChorãoEd SheeranPink Floyd Billie Eilish. Mas a paixão pelo violão veio dos encontros na igreja. A artista cantou por 5 anos em missas, quando morava em Curitiba. “Quando ia na igreja ficava encantada com os músicos e fui aprendendo aos poucos. Meu primo tocava guitarra e foi a época que eu mais evolui. Com 13 anos eu era roqueirinha e comecei a ter mais agilidade”, lembra.

 

Escrito por Leonardo Rocha

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