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“Nós todas cantamos, dividimos vocais principais e dançamos de verdade”, define-se grupo G.R.L.

Integrantes deram entrevista para a revista Rolling Stone.

O grupo G.R.L. começou há três anos como um relançamento do Pussycat Dolls, mas, entradas e saídas de integrantes depois, ganhou vida própria. Lançando seu EP, as cinco membros – Lauren Bennett, Emmalyn Estrada, Simone Battle, Natasha Slayton e Paula Van Oppen – deram uma entrevista para a Rolling Stone e falaram sobre o que as diferencia de outras girlbands da atualidade. “Nós todas cantamos, dividimos vocais principais e dançamos de verdade. Acho que as pessoas podem se relacionar com nossas personalidades e nossa amizade”, explicou Estrada.

Já Bennett destaca que todas as cinco integrantes estão no grupo porque querem isso como um fim, e não como um meio. Ou seja, não desejam usar a girlband como plataforma para algo mais. “Uma das coisas principais que eu e Robin [Antin, idealizadora] discutimos quando estávamos começando era que queríamos garotas que realmente queriam ser parte de um grupo por muito tempo”, contou. “E alguém que estivesse comprometido em ser igual. “Porque se você não está disposta a compartilhar em um grupo, é praticamente o fim”.

Para o EP, elas trabalharam com nomes como Dr. Luke e Max Martin, e foi quando perceberam que o trabalho realmente era sério. “Eu estava realmente intimidada”, confessou Bennett. “O Max me chamou em um canto, se sentou comigo por meia hora e basicamente me disse para não ter medo, porque ninguém ia me julgar”.

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