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Normani reflete sobre sua trajetória: “a música me salvou de diferentes maneiras”

Com apenas 22 anos, Normani tem muito história para contar. Atualmente começando sua carreira solo após pausa do Fifth Harmony, ela relembra como precisou passar por provações desde sua infância. Ainda em 2005 sua família sofreu com o furacão Katrina, obrigado sua família a se mudar de Nova Orleans, Louisiana, para Houston, Texas.

“Eu descobri primeiro minha paixão pela música crescendo em Luisiana, fui encorajada a ser muito inspirada”, disse ela. “Depois de tudo que a gente passou na cidade, com o furacão, eu e minha família tivemos uma transição e eu, tão nova, tive que me separar de tudo o que conhecia. Depois disso, a Música me salvou de diferentes maneiras”, refletiu.

A cantora reforça que o apoio de sua família, mesmo com dificuldades, foi fundamental para se tornar uma artista. “Meus pais viajavam muito e minha avó me mostrou artistas como Tina Turner, eu sinto que eu realmente devo creditar minha avó pelo meu gosto na música. Ela costumava fazer meus figurinos de dança, isso foi minha primeira inspiração”, conta. “Eu estava envolvida em tantas atividades para tentar me manter bem e passar por isso, então eu me apaixonei por cantar e dançar. Minha família sempre me apoiou, mesmo com dificuldades financeiras”.

Em 2012, ela fez sua audição no reality show X-Factor, onde entrou no Fifth Harmony. “Foram eles que me animaram para a audição, eu não saberia como fazer isso sozinha. Ser ‘jogada’ na frente de todo mundo foi um grande passo e o apoio foi essencial”, disse.

Sobre a experiência com o grupo, ela é muito grata: “Eu sempre quis estar em um girl group. Eu não posso imaginar começar sem as meninas, sempre ao meu lado me apresentando ao mundo. Foi muito especial e sinto que são como irmãs”.

“Tínhamos uma amizade antes do grupo começar, acho que isso ajudou. A audiência viu isso e se apaixonou. Não só por causa do talento, mas também da amizade”, comentou. “Muitas vezes a sorte estava contra a gente, tantas vezes eu chorei, tantas noites que a gente não tinha ninguém além de umas às outras para apoio e segurar a barra”, completou ela.

Assista ao depoimento:

Escrito por Caian Nunes

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