MC Cabelinho vai passar o Réveillon solteiro. O fim do seu namoro com a carioca Giovanna Mendes veio a público no Natal, em matéria do colunista Lucas Pasin. A assessoria de imprensa do artista já disse que não vai ser pronunciar sobre o caso.
(Foto: Instagram @mccabelinho)
Leia mais:
- Universo Spanta começa em três semanas: roda de samba de Arlindinho, Sexta Preta, Ana Castela e MC Cabelinho são destaques
- Oruam é solto da cadeia e é recebido por Cabelinho, Poze do Rodo e multidão; veja
- Oh Polêmico aponta MC Cabelinho, Orochi, Oruam, Ludmilla e Anitta como referências em playlist
- MC Cabelinho aconselha Oruam, que está interessado em fazer novela: “Tem que parar de fazer m*rda”
Cabelinho e Giovanna ficaram juntos por cerca de um ano e conduziram o namoro longe dos holofotes. O término só chamou atenção porque, antes do Natal, o ator e cantor deixou de seguir a então namorada no Instagram e apagou todas as fotos em que ela aparecia. Logo, começaram as especulações.
Giovanna Mendes foi a primeira namorada de MC Cabelinho após o fim do romance com a atriz Bella Campos – este sim bastante midiático. Entre um relacionamento e outro, ele também ficou com a atleta Flávia Saraiva, mas os dois preferiram não abordar o tópico com a imprensa e se esquivaram sempre que eram perguntados.
(Foto: Instagram @mccabelinho)
MC Cabelinho desabafa após prisão de Poze do Rodo
MC Cabelinho se manifestou nas redes sociais após Poze do Rodo ter sido preso por suspeita de ligação com facção criminosa e presença de traficantes em evento. “Desde sempre a cultura preta favelada periférica é criminalizada”, disse o cantor, debatendo apologia ao crime e citando até as novelas da TV Globo nas quais atuou.
Nas palavras de Cabelinho, é uma hipocrisia um roteirista de filme ou novela escrever sobre um personagem traficante ser considerado arte, enquanto um funkeiro que canta sobre a própria realidade na periferia ser encarado como apologia ao crime.
“O que me deixa intrigado é que quando eu atuei na novela das nove, que eu fiz um papel de traficante, em ‘Amor de Mãe’, da TV Globo, era arte, né? Quando eu fiz um papel de bandido na novela ‘Vai na Fé’, das sete, na Globo, era arte. Quando um roteirista escreve a vida de um traficante e relata o que acontece na favela, é arte. Agora, quando um MC, funkeiro, favelado, relata a realidade, o que acontece na favela nas músicas dele, é apologia ao crime”, expõe Cabelinho.
