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K-Pop

MAMAMOO cancela agenda no Japão por conta do coronavírus

RBW Entertainment emitiu comunicado explicando sua decisão.

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O surgimento do coronavírus tem assustado o mundo inteiro e afetado muitos negócios, sobretudo na Ásia. O grupo de K-Pop MAMAMOO cancelou sua agenda promocional no Japão, por conta da epidemia do vírus, que já matou 2,8 mil pessoas no mundo.

A produtora RBW Entertainment, que representa o MAMAMOO, emitiu o seguinte comunicado: “a agenda de divulgação para o lançamento do álbum em japonês, marcada de 7 a 15 de março, foi cancelada, e o show solo de Moon Byul foi temporariamente adiado devido à preocupação com a propagação do vírus. Em meio a casos confirmados contínuos, decidimos cancelar e adiar a agenda para evitar mais danos, porque a segurança dos artistas e dos fãs vêm em primeiro lugar”.

Recentemente, o BTS também cancelou uma coletiva de imprensa na Coreia do Sul, transformando-a em uma rodada de perguntas e respostas virtuais em um auditório vazio. Aglomerações de pessoas ajudam a disseminação do coronavírus.

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K-Pop

NCT 127 conquista o primeiro Top 10 nos EUA com “NCT #127: Neo-Zone, The 2nd Album”

O líder desta semana é o rapper Lil Uzi Vert. Confira os 10 discos mais vendidos na última semana no país.

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Mais um fenômeno do k-pop conquista espaço no mercado norte-americano. O NCT 127 conquistou o primeiro Top 10 nos Estados Unidos com o disco “NCT #127: Neo-Zone, The 2nd Album”, de acordo com matéria compartilhada pela Billboard neste final de semana. O projeto estreou em quinto lugar com 87 mil cópias equivalentes – 83 mil em vendas tradicionais.

NCT 127 no festival 99.7 NOW! POPTOPIA, dezembro de 2019 / Foto: Getty Images (uso autorizado POPline)

“Neo-Zone” efetivamente coloca o NCT entre os dez álbuns mais vendidos, um marco na carreira do grupo quase conquistado ano passado. O projeto “We Are Superhuman: The 4th Mini Album”, de 2019, chegou ao 11º lugar da Billboard 200.

O líder desta semana é o rapper Lil Uzi Vert com o “Eternal Atake” vendendo 278 mil cópias equivalentes vendidas. Confira abaixo o Top 10 dos álbuns mais vendidos nos EUA nesta semana:

01) “Eternal Atake” – Lil Uzi Vert (estreia)
02) “Chilombo” – Jhené Aiko (estreia) (152 mil)
03) “YHLQMDLG” – Bad Bunny (2-3) (111 mil)
04) “My Turn” – Lil Baby (1-4) (104 mil)
05) “NCT #127: Neo-Zone” – NCT 127 (estreia)
06) “Please Excuse Me for Being Antisocial” – Roddy Ricch (5-6) (57 mil)
07) “Hollywood’s Bleeding” – Post Malone (9-7) (51 mil)
08) “Map of the Soul” – BTS (3-8) (50 mil)
09) “Changes” – Justin Bieber (6-9) (47 mil)
10) “Suga” – Megan Thee Stallion (estreia) (41 mil)

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K-Pop

Fundador da SM Entertaiment vai investir US$ 827 mil no LOONA

Produtora do girlgroup perdeu contrato com investidora recentemente.

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O grupo LOONA vai ter apoio de um poderoso do K-Pop em sua próxima era. Segundo fontes da indústria coreana, o produtor musical e empresário Lee Soo Man, fundador da SM Entertainment, vai investir US$ 827 mil (ou 1 bilhão de Wons) na próxima era do girlgroup. Os detalhes estão sendo discutidos com a Blockberry Creative, que representa o girlgroup.

O site AllKPop conta que ele já colaborou com o álbum “#” do LOONA. Foi a primeira vez que ele participou da produção de artistas fora da SM. O catálogo da empresa inclui nomes como Super Junior, Girls’ Generation, SHINee, EXO, Red Velvet, NCT e SuperM.

O investimento é uma ótima notícia para a BlockBerry Creative e sua parceira Polaris Entertainment. Recentemente, elas perderam uma ação contra uma investidora por violação contratual.

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K-Pop

Holland fala: “ninguém mais queria ser abertamente gay no K-Pop, então eu me assumi”

“Não é comum na sociedade coreana aceitar abertamente indivíduos LGBTQ+ ou a comunidade”, desabafa.

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Quando Holland estreou em 2018, com o clipe “Neverland”, no qual beija outro homem, ele causou um impacto no mercado de K-Pop. “Ninguém mais queria ser abertamente gay, então eu me assumi”, diz. Ele se tornou o primeiro cantor de K-Pop a iniciar a carreira já assumidamente homossexual. O assunto é um tabu na Coreia do Sul.

(Foto: 502HO)

“Não é comum na sociedade coreana aceitar abertamente indivíduos LGBTQ+ ou a comunidade, então espero que haja mais oportunidades para falar abertamente sobre homossexualidade no futuro. Eu acredito que minha música está desempenhando um papel ao ampliar essa conversa”, diz em entrevista à revista Vogue britânica. O clipe de “Neverland” foi visto 12 milhões de vezes. “Eu não consigo acreditar que as pessoas me assistiram beijar alguém 12 milhões de vezes! Não é todo mundo que pode dizer que um beijo foi assistido 12 milhões de vezes!”, diz o artista.

A representatividade que ele impôs ao mercado é importante para os jovens. Holland recebe muitas mensagens de adolescentes, que se identificaram com ele por conta da coragem de se assumir em um país conservador. “Quando eu era mais novo, não havia um cantor coreano que fosse abertamente ou que revelasse seu status LGBTQI+. Durante meus anos escolares, então, quando passei por um período difícil, fui muito influenciado por artistas pop LGBTQI+ ocidentais. Eu sabia que precisávamos de uma figura similar na Coreia. Eu também queria compartilhar minha história fazendo música significativa para que as pessoas ouvissem”, conta.

Ele ainda é um artista isolado no K-Pop, verdade seja dita. “Há pessoas que me apoiam no K-Pop, no entanto, por não ter a chance de conhecer ou interagir com frequência com outros artistas de K-Pop, não tenho muita certeza de como eles me veem. Mas ainda existem muitos artistas que me respeitam e amam minha música e o que estou fazendo”, afirma.

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