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Liam Payne comemora três milhões de cópias vendidas do “LP1”

Álbum saiu em dezembro, mas incluiu músicas lançadas desde 2017.

(Foto: Divulgação)

Liam Payne recebeu uma placa comemorativa pelas três milhões de cópias vendidas mundialmente de seu álbum de estreia, “LP1”. “Obrigado a todos que ouviram e estiveram envolvidos”, escreveu o cantor, marcando as gravadoras Capitol e Republic, além do escritório KIN Partners.

(Foto: Reprodução / @LiamPayne)

As três milhões de cópias anunciadas, na verdade, englobam a equivalência de streams. Liam Payne concebeu seu álbum como uma playlist. Embora o “LP1” tenha saído em dezembro de 2019, incluiu todos seus singles lançados desde maio de 2017. Com isso, os números deles contaram para o álbum.

“Strip That Down”, por exemplo. Foi o primeiro single de Liam Payne e alcançou o Top 10 em vários países, incluindo Estados Unidos e Reino Unido. A música foi certificada como 3x platina nos Estados Unidos (três milhões de cópias equivalentes) e 2x platina no Reino Unido (1,2 milhão). Só essa faixa já inflou imensamente os números do “LP1”.

Veja o clipe de “Strip That Down” de Liam Payne:


Liam Payne fez álbum eclético, mas que demorou a sair

Como o cantor demorou muito para lançar seu álbum, quando ele saiu, não fez muito barulho. O “LP1” alcançou apenas o 111º lugar na Billboard 200, nos Estados Unidos, e o 17º lugar no Reino Unido. Os dois são mercados prioritários de Liam. Mas, ainda que não tenha vendido, o disco se saiu bem no acumulado de streams. O mundo hoje é dos streams.


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O álbum conta com 17 faixas, sendo que oito já haviam sido lançadas anteriormente. Liam apostou em diferentes estilos dentro do pop, bebendo também do rap, R&B, hip-hop, eletropop, pop latino, dance, EDM e até uma faixa natalina. Os críticos não aprovaram os tiros para todos os lados.

(Foto: Divulgação)

Liam Payne considera que a indústria, hoje em dia, permite errar e tentar de novo

Divulgando o single “Midnight”, Liam Payne concedeu uma entrevista para a rádio Beats1 da Apple Music e avaliou as mudanças na indústria. Ele considera que o cenário hoje em dia é mais generoso com os artistas do que há dez anos, quando ele começou com o One Direction.



“Estávamos falando sobre isso outro dia. Quando um artista lançava uma música e ela ia mal, era tipo ‘ele já era, está acabado, está fora de jogada’. Agora é mais ‘ok, não funcionou’. Isso te dá muito mais liberdade para fazer as coisas”, explicou o cantor.



Escrito por Leonardo Torres