Katy Perry

Katy Perry compara “Witness” e “Teenage Dream”: “as pessoas, na verdade, odeiam mudanças”

Cantora está feliz com o resultado criativo de seu álbum novo.

Quando Katy Perry emplacou cinco músicas do álbum “Teenage Dream” (2010) no topo da parada americana, criou a fama de hitmaker para si – com seus bônus e ônus. A partir de então, todo e qualquer lançamento da popstar ganhou atenção massiva da mídia, mas também tem que lidar com comentários de “flop” quando as músicas não emplacam. E os singles do novo disco, “Witness”, de fato, não pegaram. “A artista dentro de mim tem pedido para eu tomar essa posição há muito tempo. Acho que tenho que me render a isso agora. A evolução nãoé fácil, e mudar não é fácil. As pessoas dizem que amam mudanças, mas na verdade odeiam. (risos) Eu tenho que evoluir como artista. Não estou dizendo que esse disco será o novo ‘Teenage Dream’. Não acho que qualquer coisa repetirá aquele sucesso. Acho que é mesmo difícil fazer isso. Isso já foi feito”, declarou.

Além do mais, o álbum que a tornou icônica também não foi recebido de cara com euforia. O sucesos foi sendo construído, single após single. “Quando saiu, ninguém falou que era icônico. Teve que envelhecer. As pessoas tiveram que anexar memória a ele. Isso é realmente um álbum. Acho que essa é a diferença: esse é um disco de frente para trás, com uma narrativa e todo tipo de assunto nele. No fim do dia, estou realmente grata por tudo que me foi dado, por cada oportunidade que tive. Não estou tentando sabotar a mim mesma, só estou tentando crescer. Eu acho que o crescimento e a evolução são uma coisa bonita, e nada a temer”.

Katy admite que, depois do Super Bowl de 2015, se sentiu exausta, então não emendou a produção do álbum novo – como os fãs acreditavam que aconteceria. Ela tirou de outubro a junho de férias. Foi para sua cidade natal, Santa Barbara, e entrou em contato com uma energia totalmente diferente: um lugar zen. Depois de recuperar as energias, começou a pensar no disco, em junho de 2016. “Tenho muito orgulho disso. Fez eu me movimentar. É revelador, muito vulnerável, muito empoderador. Mas muito cru de uma maneira boita. Eu me rendi. Tratei de questões com minha família, meus relacionamentos. Hoje, estou sóbria, mas não sei amanhã! Um dia de cada vez, certo? (risos) Eu construí a Katy Perry e ela era tão divertida. Ainda sou a Katy Perry e a amo tanto, mas no fundo sou Katheryn Hudson, e acho que isso está sendo revelado quando abraço quem eu realmente sou”.

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