Foto: reprodução/ @karolconka Instagram
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Karol Conká relembra entrevista pós-BBB em podcast de Whindersson

Rapper relatou como se sentiu ao ser acusada de xenofobia

Karol Conká foi a convidada do podcast “+ UM POD”, programa apresentado por Whindersson Nunes. Embora tenha sido liberado na última sexta-feira (6), o episódio foi a primeira entrevista da rapper curitibana após a sua conturbada participação no Big Brother Brasil e as entrevistas para os programas da TV Globo nas horas seguintes a sua eliminação do programa.

A artista relatou como foram os seus momentos logo após o programa e como chegou ao programa “Mais Você”, de Ana Maria Braga, no qual ela ainda não tinha visto a repercussão das redes sociais, mas já estava preocupada. Karol contou como se sentiu ao ser perguntada sobre xenofobia contra Juliette.

Foto: reprodução/ @karolconka Instagram

“Quando eu fui gravar o programa de Ana Maria, foi já no dia seguinte que eu sai do confinamento, e eu tinha dormido só 40 minutos, cochilado.”, começou Karol. Whindersson perguntou o que ela fez neste meio tempo, entre a sua eliminação e a gravação do programa. “Estava conversando com a minha mãe e ela estava preocupada, perguntando se eu estava bem. Ela fala que eu estava em estado de choque”, contou a artista.

Conká conta que estavam limitando o seu acesso as redes sociais. “Eu já estava com vergonha de estar ali, no programa, e tentando manter a simpatia, o respeito de estar ali no programa, falar com Ana Maria, então não dava para chegar me estrebuchando, sabe? Estava tentando entender o que estava acontecendo, ai ela comentou sobre xenofobia, sobre o sotaque da Juliette. Na hora, eu estava tentando assimilar do que ela estava falando, qual foi esse momento. E eu só pensava ‘não se justifique Karol, tudo isso vai piorar'”.

“Qualquer coisa que eu falasse ali, ninguém ia dar razão. Eu só fico tensa, e eu faço isso [expressão] de tensa. ‘O que aconteceu?’ E eu falo: ‘não, eu não tenho problema com o sotaque da Juliette’“, relembra Karol. De acordo com a dona de “Dilúvio”, o público não conhecia a sua história e ligação a cultura baiana, herdada de sua avó. A rapper ressalta que sua música sempre agregou elementos nordestinos e relembra com carinho os shows que fez na região.

Confira o episódio: 

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Escrito por Douglas Françoza

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