A batalha judicial entre o NJZ, ou NewJeans, e ADOR sobre a validade dos contratos exclusivos do grupo segue em andamento na Coreia do Sul. Nesta quinta-feira (24), mais uma audiência foi mediada no Tribunal Distrital Central de Seul e o que chamou atenção dos presentes foi uma declaração da equipe jurídica do grupo, que afirmou que as meninas podem voltar a trabalhar com a empresa mediante uma condição. Saiba qual!
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(Foto: Divulgação)
De acordo com o porta-voz jurídico do NJZ, Minji, Hanni, Danielle, Haerin, e Hyein determinaram uma condição essencial para voltar ao elenco da ADOR, empresa subsidiária da gigante HYBE.
“Não é que [as integrantes] se recusem absolutamente a voltar para a ADOR. Se a ADOR puder voltar a ser como era antes da auditoria em abril de 2024, [elas] estariam dispostas a retornar. Mas, se isso não for possível, então esperamos que deixem [as integrantes] partir, encerrando o contrato,” disse ele.
A equipe do grupo ainda afirmou que o todo o conflito legal com a empresa se originou nesta auditoria, que foi conduzida pela HYBE contra Min Hee Jin em 2024. Embora o foco tenha sido as acusações de quebra de dever fiduciário, eles alegam que quem mais sofreu com isso foi o próprio NJZ, até então nomeado NewJeans.
(Foto: Divulgação)
“Essa disputa legal começou porque a HYBE iniciou uma auditoria contra Min Hee Jin em abril de 2024. Alegaram que ela estava tentando assumir o controle da gestão e ‘tomar’ o NewJeans, mas não havia nenhuma evidência na auditoria nem fundamento para sua demissão. A questão central eram as alegações de quebra de dever fiduciário e, no meio de tudo isso, quem mais sofreu foi o NewJeans. Posteriormente, a polícia não encontrou evidências de que Min Hee Jin tenha cometido qualquer irregularidade. A auditoria e as tentativas de demissão foram baseadas em premissas falsas e tinham como objetivo remover Min Hee Jin.”
Quebra de confiança e nova audiência
Além da condição imposta pelo grupo para voltar a trabalhar com a ADOR, os representantes do quinteto ainda reforçaram que não é mais possível confiar na empresa, uma vez que a ela está sob o controle da HYBE. Se continuar assim, o NJZ não poderá retornar à agência.
“A ADOR de hoje não é a mesma que nos levou ao sucesso no passado. Agora está controlada por funcionários da HYBE. O suposto apoio generoso e os dividendos vieram quando Min Hee Jin ainda era CEO. Não confiamos mais na ADOR, por isso não podemos retornar a ela em seu estado atual.”
Uma nova audiência de mediação foi agendada para o dia 14 de agosto e será realizada em sigilo. O resultado da mesma pode representar um ponto de virada significativo na disputa entre NJZ e ADOR.
