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Jovem que tatuou rosto de Jeffrey Dahmer declara: “Liberdade de ser você”

Britnee Chamberlain não gostou muito das críticas que recebeu por conta do desenho na pele

Britnee Chamberlain fala sobre tatuagem de Jeffrey Dahmer (Foto: Divulgação/Redes sociais)

O lançamento da série “Dahmer: Um Canibal Americano“, na Netflix, fez a história do serial killer Jeffrey Dahmer voltar a repercutir nas redes sociais. Com isso, a australiana Britnee Chamberlain voltou a ser notícia. Em 2021, a jovem já havia viralizado por ter tatuado o rosto do assassino em sua perna. No entanto, Britnee começou a ser criticada nas redes sociais e fez questão de responder os ataques.

Australiana tatuou o rosto de Jeffrey Dahmer na perna (Foto: Divulgação/Redes sociais)

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Jeffrey Dahmer foi responsável por matar 17 pessoas, entre homens e garotos mais jovens. Na maioria dos casos, o serial killer atraía as vítimas até sua casa e em seguida as dopava. Após matá-las, Dahmer também cortava as partes do corpo e em alguns casos destruía até os ossos.

Com crimes tão graves, as pessoas começaram a atacar a australiana, que se defendeu. “Espero que você saiba que não precisa explicar suas escolhas para ninguém. Espero que você saiba que as pessoas raramente entenderão por que você faz as coisas que faz, porque elas nunca estiveram no seu lugar. Em termos leigos, ter a liberdade de ser quem você é“, declarou em suas redes sociais.

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Em entrevista ao tabloide Daily Star, Britnee declarou que não concorda com os assassinatos e explicou a sua interpretação sobre a tatuagem. “Isso não quer dizer que eu imagino as coisas da maneira que ele fez. Mas, metaforicamente falando, é sobre não se sentir perseguida e derrotada pelos outros, não importa o quão difícil sejam as coisas para você“, disse.

Vale destacar que ela também tem o rosto de Ted Bundy, que matou 30 mulheres, tatuado. “Eu não tolero os crimes hostis de serial killers de forma alguma. Estou simplesmente intrigada sobre por que eles fazem isso. Há tantos fatores contribuintes, como aspectos socioambientais, biológicos e psicológicos, que incentivam ou resultam em um criminoso agindo da maneira que o faz“, explicou.

“Milhares de pessoas a cada ano tatuam personagens fictícios como Hannibal e Freddy Kreuger. Eles são todos assassinos em série, mas esse retrato é aceito, pois não é real”, finalizou Britnee Chamberlain.

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