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Jão aparece ousado em ensaio para a revista GQ e explica sua “sofrência pop”: “sou meio dramático”

Não dá pra negar, Jão é um dos nomes mais ascendentes do pop “Nacional”. Na mesma semana, ele causou impacto com o single “Vou Morrer Sozinho” (que aparece no top 50 das plataformas de streaming) e seu álbum de estreia “Lobos”. Mas não foi algo repentino. O cantor é um menino do interior que almejava o sucesso e, para isso, postava vídeos de covers internacionais. Deu certo. No Carnaval de 2017, recebeu o chamado da produtora Head Media, parceira da gigante Universal Music.

Jão fez uma sessão de fotos inéditas para a revista GQ e deu uma entrevista sobre seu sucesso. Ele lembra bem que seu passado foi fundamental para chegar onde chegou. “Eu e minha irmã cantávamos juntos”, lembra. “A gente assistia novelas tipo Chiquititas e cantava as músicas. Éramos meio que os palhacinhos da cidade, meu pai saía com a gente e ficávamos cantando na casa das pessoas. Foi aí que comecei a gostar de aparecer. Eu era na minha, mas na hora de me apresentar, de cantar, aquilo me transformava”.

Sobre sua sonoridade, ele define como “sofrência pop”. “Eu faço música pop, então óbvio que existe uma preocupação com melodia, com estrutura, se vai ser pegajoso, gostoso de ouvir”, conta. “Mas também gosto do contraste entre uma letra pesada e um beat mais leve, ou uma batida alegre com uma letra triste. Até por que eu levo minha vida assim, sou meio dramático”, comenta.

Apresentando um novo estilo no cenário nacional, ele conta que sentiu dificuldade para impor sua originalidade. “Senti um pouco de resistência”, confessa. “Acho que a galera do pop ficou meio sem saber onde me encaixar, mas as pessoas compraram a ideia. Todo mundo sofre por amor, todo mundo passa por uma merda”.

Vivendo o sucesso aos 23 anos de idade, ele tem noção do quanto isso pode afetar mentalmente. “Sempre quis muito, desde quando postei o primeiro vídeo no Youtube. Minha mãe fica meio preocupada, se eu vou ficar lendo comentário negativo, se isso vai afetar minha autoestima, se não seria bom procurar um psicólogo… Mas são preocupações de mãe. Ela sabe que me preparei e que no fundo eu vou estar bem equilibrado quando essa turnê começar”, completa.

Confira as fotos:

Escrito por Caian Nunes

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