Iggy Azalea está na capa da revista ELLE canadense avaliando como foi seu ano de 2015 e o que está fazendo para transformar 2016 em um ponto de reviravolta em sua carreira.

“Estou sim de volta às redes sociais, mas neste tempo que fiquei fora instituí algumas regras para que eu não seja sugada novamente. Para mim, o que aconteceu, não apenas nas redes sociais, mas na minha carreira, foi um redemoinho. Eu comecei a sentir que estava perdendo o controle e não era apenas em como as pessoas escreviam histórias sobre mim ou percepções da minha pessoa, mas em tudo”, desabafou.
Perguntada sobre se ela reescreveria algo que aconteceu ano passado, Iggy não teve dúvidas. “Claro. Se eu pudesse, teria aquele aparelho do ‘Homens de Preto’ e apagaria 2015. Seria incrível. Ai, meu Deus. Tantas coisas! Acho que aquela coisa com Azealia Banks foi quando tudo começou. Nós não gostamos uma da outra em um nível pessoal e isso foi muito longe, antes do incidente com o Black Lives Matter. Apesar deu ainda odiar a Azealia, eu disse coisas de certa forma que aparentou que eu estava criticando o movimento”, ironizou a rapper.
Iggy ainda afirma na longa entrevista que a música deve sim refletir o que está acontecendo socialmente, mas também acredita que sente necessidade de fazer música para entreter. “Não vou começar a rimar sobre problemas policiais. Não é o que eu faço. Há outros grandes artistas que fazem isso como Kendrick Lamar e J Cole”, comentou.
Sobre o novo disco, Iggy afirma que “Digital Distortion” não será um álbum agressivo. “É uptempo e divertido, mas mais maduro”, revelou.