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“Homecoming” e “Sintonia”: documentário de Beyoncé e série com Jottapê entre as mais populares da Netflix em 2019

Plataforma de streaming publicou listas com filmes, shows e séries que se destacaram no ano.

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No penúltimo dia do ano, a Netflix divulgou suas listas de lançamentos, séries, shows e filmes mais populares de 2019. Entre os destaques da plataforma de streaming está “Homecoming”, documentário lançado por Beyoncé em abril que registrou as duas antológicas apresentações no festival Coachella em 2018. O filme foi descrito como um “olhar íntimo e profundo” sobre o concerto que homenageou colégios e universidades historicamente negros da América, revelando “o caminho emocional do conceito criativo para um movimento cultural”. Além de cenas dos shows, o documentário mergulha na intimidade da estrela ao lado do marido Jay-Z e da primogênita Blue Ivy durante os ensaios para o festival.

E uma série que deu o que falar foi “Sintonia”, uma produção da Netflix com a produtora KondZilla. Ao som de funk, a trama mostra os três amigos de infância Doni (MC Jottapê), Rita (Bruna Mascarenhas) e Nando (Christian Malheiros), nascidos e criados na periferia paulistana, cada uma na sua caminhada, atrás de seus sonhos. Mas, na favela, nada é fácil e a qualquer momento tudo pode mudar nesse rolê. Narrada do ponto de vista de três personagens, a história de Sintonia explora os universos da música, crime e religião na capital de São Paulo. Doni, Nando e Rita cresceram juntos na mesma favela, onde foram influenciados pelo fascínio do funk, tráfico das drogas e a igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes.

>>> POPline entrevista atores de “Sintonia”, série do KondZilla na Netflix

De acordo com a plataforma, é justamente nesta época do ano que as visualizações na Netflix atingem seu pico. Você assistiu aos títulos que estão nessas listas?

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Beyoncé bate um bilhão de acessos pela primeira vez com um clipe

“Halo” foi o primeiro da cantora a alcançar a marca no Youtube.

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O clipe de “Halo”, lançado por Beyoncé há mais de dez anos, bateu a marca de um bilhão de visualizações no Youtube. É a primeira vez que a cantora alcança esse número com um clipe de seu repertório. Seu canal no Youtube tem 20,2 milhões de inscritos e 11,9 bilhões de acessos no total.

Confira a lista dos clipes mais assistidos de Beyoncé no Youtube:

01) “Halo”: 1 bilhão de visualizações
02) “Single Ladies (Put a Ring On It)”: 749 milhões de visualizações
03) “Drunk In Love” feat. Jay Z: 544 milhões de visualizações
04) “7/11”: 527 milhões de visualizações
05) “Crazy In Love”: 471 milhões de visualizações
06) “IfI Were a Boy”: 470 milhões de visualizações
07) “Run the World (Girls)”: 469 milhões de visualizações
08) “Love On Top”: 413 milhões de visualizações
09) “Beautiful Liar” – Beyoncé, Shakira: 365 milhões de visualizações
10) “Irreplaceable”: 358 milhões de visualizações

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Saiba tudo sobre o projeto no qual Beyoncé estava trabalhando antes do coronavírus

Cantora vinha gravando cenas ao redor do mundo para projeto supersigiloso.

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Beyoncé presenteou os fãs em 2019 com “Homecoming” (documentário + álbum) e “The Lion King: The Gift”, mas um álbum próprio de inéditas, como se espera, não acontece desde 2016 – quando saiu “Lemonade”, indicado a nove Grammys. No meio do caminho, houve ainda “Everything Is Love” (2018), álbum conjunto com Jay Z. Há anos, Beyoncé vem confrontando a previsibilidade da indústria e testando novas possibilidades musicais e comerciais. Antes do coronavírus, ela vinha trabalhando em um projeto novo – e grandioso – mais ou menos secreto.

(Foto: Instagram)

Apontada como a artista da última década pelo The New York Post, Beyoncé vinha gravando cenas ao redor do mundo para seu próximo trabalho. Surgiram notícias sobre filmagens em Los Angeles, Nova York, Londres e Matera, na Itália. Em setembro de 2019, a US Weekly noticiou que Beyoncé foi vista em um set com uma peruca de seis metros, em cima de um cavalo. Em outubro, o Daily Mail publicou que Beyoncé tinha gravado seu audiovisual “mais caro e extravagante”, com cenas românticas e um segmento altamente coreografado. O mesmo jornal citou uma gravação de vídeo para “Brown Skin Girl”, de “The Lion King: The Gift”.

Ninguém sabe 100% do que se trata, nem mesmo os profissionais envolvidos. Dançarinos contratados, por exemplo, assinam cláusulas de confidencialidade e só são informados sobre o que precisam saber, sem uma visão ampla do projeto. Gravam sem saber se é um clipe, um documentário, um álbum visual, um especial ou algo que ainda nem existe. Alguns membros da equipe de Beyoncé foram vistos nas proximidades de um presídio masculino na Inglaterra – uma possível locação. O casting envolvia “pessoas negras e morenas de diferentes culturas, nacionalidades, etnias, gêneros e idades”.

(Foto: Instagram)

O artista africano Shatta Wale revelou, em uma entrevista, que gravou um vídeo com Beyoncé nos Estados Unidos – supostamente para “Alredy”, de “The Lion King: The Gift”. Não saiu. A compositora Raye, que trabalhou em “Bigger” também de “The Gift”, disse no ano passado que estava colaborando novamente com Beyoncé: “é um projeto super secreto, com grandes artistas. Eu realmente amei a equipe e toda a vibe. Mas não há muito mais o que eu possa falar, obviamente”, disse ao jornal The Sun.

Sabe-se também que o projeto envolve obras de arte. Beyoncé, que já gravou clipe com Jay Z no Museu do Louvre, pegou emprestadas algumas obras da casa de sua mãe. Tina Kowles foi quem contou para a revista WSJ Magazine: “emprestei para o novo projeto que ela está realizando, e estou olhando minhas paredes vazias. Isso me deixa triste, porque sinto falta de ver todos meus bebês por lá”. São pinturas, portanto.

Beyoncé tem um contrato com a Netflix para três projetos – dos quais o “Homecoming” foi apenas o primeiro. O presidente da empresa já disse que ela é “a galinha dos ovos de ouro” do serviço de streaming e que há novidades por vir. Em entrevista à revista Elle, Beyoncé explicou que ser nº1 nas paradas não é mais sua prioridade. Ela preza pelo desenvolvimento artístico e pelo legado que viverá além dela. Dá para ficar menos ansioso?

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Revista TIME coloca Madonna e Beyoncé entre as 100 mulheres mais importantes em 100 anos

Cantoras mudaram a sociedade.

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A revista TIME publicou um especial bem abrangente, elegendo as 100 mais importantes em 100 anos. Em página especial, eles criaram capas para cada uma dessas mulheres. No mundo das músicas, as citadas são Madonna e Beyoncé.

Madonna foi considerada a mulher do ano em 1989, justamente o ano que teve o auge com “Like a Prayer”. Ele foi denominada como “provocativa”, não só por dominar o pop, mas também por ter a ousadia de criticar temas como religião e ser uma das pioneiras da liberdade sexual feminina.

Beyoncé foi listada como a mais importante mulher do ano de 2014. Nesta época ela divulgava o álbum autointitulado “BEYONCÉ”, que reformulou a maneira como o feminismo era visto na sociedade, além de valorizar a cultura negra.

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