Agnaldo Timóteo morreu e tem herança polêmica
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Herança de Agnaldo Timóteo é motivo de polêmica

Entenda o caso.

A morte de Agnaldo Timóteo deixou o Brasil em luto no dia 3 de abril com sua morte. Aos 84 anos, ele foi vítima de complicações da Covid-19 e não resistiu. Pouco tempo depois, sua herança já é motivo de polêmica.

O cantor deixou uma mansão avaliada em 15 milhões como seu principal bem e ele deixou um testamento. Seu desejo é que metade de tudo seja para Keyty Evelyn, de 14 anos, que é sua filha adotiva. Sua família, no entanto, não está gostando disso, o que pode dificultar o processo.

Agnaldo Timóteo morreu Covid-19
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O problema é que o processo de adoção de Keyty ainda não foi concluído e por isso ele colocou em seu testamento como uma doação. Isso está dentro da lei, mas a família pode contestar. Se o processo de adoção for concluído, ela pode herdar todo o patrimônio.

O advogado que fez o testamento agora o tutor da menina e vai cuidar dos interesses dela. Enquanto o resultado não sai, os outros herdeiros não recebem valor algum.

Quando ele foi internado pela primeira vez, quando teve um AVC em 2019, os irmãos dele tentaram tirar a menina da casa onde ela mora, que é a casa do Agnaldo Timóteo. E agora, depois da morte dele, eles tentaram tirar a menina da casa de novo“, afirmou a jornalista Fabíola Reipert ao programa “Domingo Espetacular”, da RecordTV.

Pelo que parece, os irmãos vão lutar para que o patrimônio milionário não fique nas mãos da filha adotiva. Normalmente, casos assim demoram anos para serem resolvidos.

Agnaldo Timóteo

Nascido em 16 de outubro de 1936, Agnaldo Timóteo iniciou sua carreira em programas de rádio até se consagrar como “Cauby Mineiro”.

Iniciou a carreira na década de 1960 e se consolidou com canções românticas e emplacou o hit “Meu Grito“, de Roberto Carlos. A partir desde momento sua carreira musical decolou, com mais de 50 álbuns já lançados.

Além da música, ele também se dedicou à vida política. Teve mandatos como deputado federal e vereador em São Paulo e no Rio de Janeiro. O último foi no estado paulista, entre 2004 e 2008.

Escrito por Caian Nunes

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