Harry Styles concedeu uma entrevista ao site Music Week durante um ensaio com sua banda em Londres e contou detalhes do processo criativo do álbum “Fine Line”, que sai na próxima sexta (13/12). “Fazendo esse disco, às vezes em que eu estava feliz de verdade foram as mais felizes da minha vida, mas as vezes em que estava para baixo foram as mais tristes também”, pontuou o cantor inglês.
O ciclo de vida de seu primeiro álbum solo, “Harry Styles” (2017), o fez refletir muito sobre si mesmo. “Pensei ‘ok, o que eu quero fazer? e ‘quem eu sou se não faço isso?’. Vindo da turnê, houve um sentimento definitivo de ‘ok, agora eu sei como é fazer um show por conta própria, como eu quero que as músicas sejam se eu fizer uma turnê de novo? Embarquei no álbum novo com uma liberdade que eu não tinha, ou que não me permiti ter, na última vez. Eu estava subconscientemente temeroso de fazer músicas divertidas vindo de uma boyband. Tentei me livrar disso um pouco. Mas as pessoas só queriam que eu fosse autêntico”, compartilhou. Do novo álbum, ele já lançou três músicas: “Lights Up”, “Watermelon Sugar” e a nova “Adore You”.
A liberdade marca a nova fase de Harry Styles – cantando sobre “fazer sexo e ficar triste”, como ele mesmo disse. “O fato do último álbum não ser necessariamente um álbum radiofônico e ainda assim eu poder fazer turnê fez eu sentir que tinha liberdade para fazer o que queria. E eu queria fazer algumas musicas divertidas”, disse.