Em fevereiro deste ano, o funcionário de uma cia aérea internacional foi investigado pela polícia da Coreia do Sul após vender dados de voos do BTS e outras celebridades. Agora, a HYBE, empresa por trás do grupo, confirmou que a pessoa, que é nomeada no inquérito como “Mr A”, foi indiciada. Entenda o caso!
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(Foto: Divulgação)
Em fevereiro deste ano, o funcionário de uma cia aérea com base na cidade de Hong Kong foi pega vendendo dados sigilosos de membros do BTS e de outras celebridades famosas da Ásia. Segundo as autoridades da Coreia do Sul, a pessoa já estava sendo investigada e supostamente acessou e vazou centenas de detalhes de voos entre 2023 e 2024.
O funcionário em questão, o “Mr A”, tinha acesso direto aos sistemas de reserva e teria pesquisado nomes de celebridades, datas de nascimento e até mesmo número de voos e assentos no software da empresa. Munido de informações confidenciais, ele vendeu as mesmas por valores altos, dado a importância de cada uma das personalidades envolvidas no esquema.
Os investigadores estimam que “Mr A” tenha vendido mais de mil packs de dados e lucrou aproximadamente 7 mil dólares (10 milhões de KRW). Ao que tudo indica, ele teria confessado que no início apenas vazava os dados para amigos e conhecidos, mas aos poucos percebeu que poderia lucrar com as informações e passou a comercializa-las.
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Novidades no caso
Nesta terça-feira, o Ministério Público do Distrito Central de Seul confirmou que três pessoas foram encaminhadas a eles pela Unidade de Investigação Cibernética da Agência da Polícia Metropolitana de Seul em 22 de julho, incluindo o “Mr A”.
O funcionário da companhia aérea é acusado de coletar ilegalmente informações de voos de membros do BTS e de outras celebridades famosas e fornecê-las a cúmplices, que posteriormente as venderam por meio de salas de bate-papo públicas ou mensagens diretas em redes sociais. Além de outras proibições relativas ao acesso e uso ilegal de dados, eles também são acusados de violar a Lei de Redes de Informação e Comunicação.
(Foto: Divulgação)
Em comunicado oficial, a HYBE, empresa por trás do BTS falou sobre o caso. Eles reforçaram que “trabalham em estreita colaboração com a polícia há anos” e que criaram “uma força-tarefa dedicada” em setembro de 2023 para lidar com o problema contínuo de violações de privacidade.
“Responderemos com firmeza e responsabilizaremos integralmente os responsáveis, com tolerância zero e sem oferecer acordos ou leniência,” disse trecho do comunicado.
