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Filho de Bolsonaro se compara a Filipe Ret e leva fora do rapper

“Me erra”, disse o rapper em suas redes sociais

Filipe Ret não curtiu ter seu nome associado a Renan Bolsonaro, conhecido também como “filho 04” de Jair Bolsonaro. Em suas redes sociais o rapper deu um “passa fora” no jovem de 23 anos depois que os dois foram comparados fisicamente por um internauta.

(Foto: Reprodução Instagram/@filiperet)

Tudo aconteceu na noite do último domingo (6), quando Renan abriu uma caixinha de perguntas em seu Instagram Stories para bater um papo com seus seguidores. Foi quando um internauta disse que ele se parecia com Filipe Ret.

A citação chegou até o rapper, que compartilhou os Stories de Renan com a seguinte legenda: “Me erra”. Ficou claro que o rapper não gostou de ser mencionado.

Renan, por sua vez, se pronunciou sobre o caso no fim do dia.

“Independente, se ele gostou ou não. Aí, Felipe, vou continuar escutando suas músicas, fica tranquilo. Valeu”, disse o jovem.

Eduardo Bolsonaro critica “Lei Paulo Gustavo” um mês após morte do ator

Paulo Gustavo morreu há um mês, vítima de Covid-19, e em meio a homenagens de famosos e amigos, na última sexta-feira (4) o deputado Eduardo Bolsonaro criticou um projeto de lei complementar 73/2021 que leva o nome do ator.

(Foto: Reprodução Internet)

Apelidando a lei de “covidão da cultura”, Eduardo Bolsonaro disse em seu Twitter que a iniciativa “nada mais é do que repasse obrigatório do governo federal para os estados”.

Para ele, os defensores da lei, que foi apresentada por senadores do Partido dos Trabalhadores (PT), são “viúvas da lei Rouanet” — criada em 1991 com a proposta de incentivo à cultura.

E ainda afirmou que a lei serviria de “meio para casos de corrupção com o dinheiro repassado”, citando novamente a mencionar a lei Rouanet, alegando que as verbas federais são direcionadas na forma de incentivos fiscais para empresas que patrocinam os eventos de cultura.

“Se aprovado este projeto de lei Paulo Gustavo o Congresso estará dando um passa moleque no TCU e homenageando a sacanagem com dinheiro público. A ojeriza dos tempos de CPI da Lei Rouanet irá retornar. É simplesmente isso”, concluiu Eduardo Bolsonaro.

Vale dizer que, na prática, a proposta da Lei Paulo Gustavo não tem conexão com a Lei Rouanet, mas com um projeto de incentivo de cultura anterior a ela, o FNC (Fundo Nacional de Cultura), criado em 1986, que ganharia mais recursos para apoiar o setor artístico em meio aos impactos da pandemia.

Em vez de repassar recursos para empresas, o FNC encaminha o dinheiro diretamente a projetos culturais específicos por meio de editais.

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Escrito por Carolina Stramasso

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