
Um pouco antes do lançamento do álbum “1989”, Taylor Swift passou a ser muito aberta sobre feminismo. Ela passou a falar sobre isso em suas entrevistas, se assumiu feminista e apontou discrepâncias misóginas no tratamento dos artistas pela mídia, de uma forma geral. Em sua recente entrevista para a revista Maxim, ela voltou a tocar no tema e falou: “Para mim, o feminismo é provavelmente o movimento mais importante que você poderia abraçar, porque é basicamente uma outra palavra para igualdade”.
A cantora reiterou que não falava sobre feminismo antes, quando era mais nova, porque não tinha noção direito do que se tratava, e que não sofria os problemas na pele. Ela não era, como define, “ameaçadora”. Segundo Taylor, ela só passou a se ver censurada quando se tornou uma mulher adulta. “Os dois pesos e as duas medidas nas manchetes, na forma com que as histórias são contadas e na maneira com que as coisas são percebidas”, especificou. “Um homem escrever sobre seus sentimentos de uma maneira vulnerável é corajoso. Uma mulher que escreve sobre seus sentimentos de uma maneira vulnerável está contando demais ou reclamando. A misoginia e impregnada nas pessoas desde que elas nascem”.
Taylor Swift foi eleita a nº1 da Hot List da Maxim, que passou a considerar o destaque na mídia, além dos atributos físicos para seu ranking. A cantora disse que ficou lisonjeada por ser lembrada. “É um elogio incrível. Este ano foi o favorito da minha vida até aqui. Eu pude fazer um álbum exatamente como eu quis. Eu pude lançá-lo exatamente como sonhei. Todos os tipos de caprichos e ideias foram concretizados. Os vídeos – e eu me orgulho deles, me orgulho da turnê, me orgulho da maneira com que tudo isso aconteceu. No meio de tudo isso, isso aqui é bem legal. Parece uma maneira maravilhosa de celebrar meu ano preferido”, disse.