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Entrevistas

Entrevista: PK reflete sobre sua carreira em 2019 e fala da nova parceria com Luísa Sonza “Tudo de Bom”

Na última semana, o POPline acompanhou as gravações do clipe de “Tudo de Bom”, que aconteceu em estúdio em São Paulo, e por lá batemos um papo com o rapper carioca. Confira!

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Foi lançado nesta sexta-feira o novo single do PK em parceria com a Luísa Sonza. “Tudo de Bom” chega para fechar o ano do rapper carioca, que ganhou destaque no primeiro semestre com o mega hit proibidão “Quando a Vontade Bater” e alcançou o primeiro lugar do Spotify, deixando para trás nomes consagrados. Na última semana, o POPline acompanhou as gravações do clipe de “Tudo de Bom”, que aconteceu em estúdio em São Paulo. Entre a filmagem de uma cena e outra, PK  conversou com a gente e falou um pouco mais sobre este bom momento da carreira, avaliou as colaborações que fez em 2019 com artistas de diferentes gêneros e, é claro, deu mais detalhes a respeito da parceria com Luísa Sonza. Confira!

(Foto: Gabryel Sampaio)

Esse ano começou super especial pra você, dando início a uma carreira solo. Era algo que você já tinha em mente há muito tempo?

Foi meio que inesperado, não foi uma pretensão, nada que eu já vinha pensando, mas aconteceu e graças a deus geral fortaleceu e deu tudo muito certo. Muito mais do que eu imaginava.

E você já chegou com “Quando a Vontade Bater”, que é um proibidão e chegou ao topo do Spotify. Como você recebeu essa resposta do público?

Poxa, essa música… Eu lancei um vídeo dela no Twitter, cantando ela, e dois dias depois eu tinha um show lá em Juiz de Fora e público lá pediu para eu cantar essa música! Eu pensei, “cara, o que é isso?” e terminei cantando. Quando eu comecei a puxar, todo mundo cantou junto! Eu pensei “não é possível, só dois dias no Twitter e já tá assim? Vou ter que lançar mesmo, de verdade.” Foi aí que tudo começou, sem ter lançado a música e todo mundo cantando nos shows. Mas foi no carnaval que ela explodiu de vez e tá até hoje aí.

Você teve ou tem medo da recepção das pessoas a um “proibidão”? Afinal é o tipo de música que sempre gera muitas críticas.

Eu não tenho medo, eu faço a música pra quem gosta. Quem não gosta vai escutar outra coisa. Ninguém é obrigado a ouvir a minha música. Eu gosto de fazer todos os tipos de música… O meu intuito não é fazer para todos os tipos de público, mas termino fazendo porque gosto de fazer todo tipo de música.

Acho que por conta disso você fez parceria com diversos artistas, entre eles Ludmilla, Belo, Clau… Isso também já te leva a outros públicos, não é?

Exatamente! O Belo é um cara que eu sempre admirei bastante e pra mim era mais um desafio. Saí da minha zona de conforto, que é o rap e o funk, o que eu sei fazer, pra fazer esse gênero que é meio samba, pop… Não sei ao certo onde ele se enquadra, risos! Mas acabou que deu super certo. O Belo é um cara que se inova sempre e tem mais anos de carreira do que eu tenho de vida! O resultado foi muito bom, eu fiquei muito feliz.

Você tá lançando a sua nova música em parceria com a Luísa Sonza, “Tudo de Bom”. Essa é uma música mais romântica, né? Como você chegou nela? A composição é sua?

Essa música eu fiz junto com o pessoal do Betinho, a gente sempre trabalha junto. Eles me apresentaram o trabalho e eu gostei muito. Depois fui até a Luísa e ela também se amarrou na música. A gente tá depositando bastante fé nessa música, acreditamos muito nela, na letra e na levada. É uma música que tem um sentimento e acredito que todos vão se identificar bastante com ela, porque todo mundo já viveu isso e se não viveu, vai viver ou tá vivendo. Então é uma música muito fácil.

Você pensou em convidar a Luísa Sonza logo de cara? Foi o primeiro nome que imaginou para esta parceria?

Sim, pensei! Eu gosto bastante do trabalho dela e achei que a música também tinha tudo a ver com ela. Imaginei que ia casar muito bem e ia ficar um trabalho “brabo”.

(Foto: Gabryel Sampaio)

E o clipe? Eu adorei, ficou super legal! A ideia foi sua ou do diretor Rafael Marques?

Eu também achei muito brabo! Me surpreendeu muito, acho que é uma parada que vai fazer um barulho grande no mercado audiovisual. A Luísa foi quem deu a maioria das ideias. Quando comecei a conversar com ela sobre o clipe e tal, a mente dela é muito braba, risos! Pensei logo “nem vou me meter muito, ela é “gênia”, vou deixar aí.” Eu sou dei uns pitacos aqui e ali, pra ficar com a minha cara, mas o clipe foi basicamente uma ideia dela junto com o pessoal da direção.

E o que podemos esperar de você em 2020? Mais lançamentos e parcerias?

Em 2020 eu quero continuar fazendo o que venho fazendo, que é misturar bastante. Quero cada vez mais buscar desafios, sair da minha zona de conforto, fazer feats com o pessoal dos outros gêneros. Quero também lançar um EP de trap, que é pra não fugir muito da minha raíz também. O meu público mais antigo pede e sente um pouco de falta, então vou atendê-los, eles são os meus fiéis, não tem jeito, são a minha base. Quero me estabelecer cada vez mais e atingir mais as rádios, a televisão… Eu estou entrando nesse meio de rádio e TV agora, porque a minha parada é muito mais forte na rua e na internet, então estou buscando atingir o maior número de pessoas que a gente conseguir e o próximo passo para isso acontecer é pegando esse pedaço de televisão e de rádio. Quero lançar mais trabalhos também e alcançar os lugares onde eu ainda não cheguei.

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