“Beauty Behind the Madness” não foi o primeiro disco do The Weeknd, mas certamente foi o que colocou o cantor no topo das paradas, na mídia e na boca do povo.
Gravando o sucessor do projeto, ainda sem previsão de lançamento, Abel falou sobre o que está achando do álbum para a revista VMAN.
“Há novas inspirações neste álbum. A produção é mais agressiva, mas ainda sexy. The Smiths, Bad Brains, Talking Heads, Prince e DeBarge fazem parte. Nós o escrevemos todo em Los Angeles. Acho que é o melhor álbum sonoramente falando que já fiz”, descreveu. “É difícil rotular o som porque, quando eu fui lançado, ninguém me rotulava R&B. Eu continuei com a ideia sem ser forçá-la”, disse.
Sobre a influência etíope no álbum, The Weeknd diz que sua descendência está estampada em sua música. “Você pode ouvir em minha voz. Já me disseram que minha maneira de cantar não é convencional. A música etíope foi a música que ouvi quando crescia. Artistas como Tilahun Gessesse, Aster Aweke e Mahmoud Ahmed. Essas são minhas inspirações. ‘The Hills’ foi a primeira vez que você ouve a língua etíope em minha música e definitivamente estará neste novo disco”, comentou.





