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Drake empata com Taylor Swift e Jay-Z em recorde na Billboard

O artista colocou mais um álbum em #1 na Billboard 200 nesta semana
Foto: Instagram @champagnepappi

Drake está mais uma vez no topo da principal parada de álbuns dos Estados Unidos, a Billboard 200, e com isso empatou com Taylor Swift Jay-Z em um recorde dentro do ranking. Na frente dos 3 solistas estão apenas os Beatles! Veja detalhes!

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Foto: Instagram/@champagnepapi

No último dia 14 de fevereiro, Drake lançou um álbum colaborativo com o coletivo canadense PartyNextDoor. Intitulado “$ome $exy $ongs 4 U”, o álbum conta com 21 faixas no total e estreou nesta semana em primeiro lugar na Billboard 200.

Com mais esta conquista, agora, o rapper contabiliza 14 álbuns #1 no ranking, empatando com ninguém menos do que Taylor Swift e Jay-Z, que também somam 14 #1 cada. A primeira vez que Drake alcançou este feito foi em 2010, com o disco “Thank Me Later”.

Embora o número seja impressionante, os três artistas ainda não quebraram o recorde dos Beatles. Em 69 anos de história da parada, o grupo britânico emplacou 19 álbuns no primeiro lugar, permanecendo no topo do ranking com tranquilidade.

Confira abaixo todos os álbuns do Drake que chegaram ao topo da Billboard 200:

  • Thank Me Later
  • Take Care
  • Nothing Was the Same
  • If You’re Reading This It’s Too Late
  • What a Time To Be Alive (com Future)
  • Views
  • More Life
  • Scorpion
  • Care Package
  • Certified Lover Boy
  • Honestly, Nevermind
  • Her Loss (com 21 Savage)
  • For All the Dogs
  • $ome $exy $ongs 4 U (com PARTYNEXTDOOR)

Confira a lista dos artistas que têm pelo menos 10 discos que foram #1 na Billboard 200:

19, The Beatles
14, Drake
14, JAY-Z
14, Taylor Swift
11, Eminem
11, Future
11, Bruce Springsteen
11, Barbra Streisand
11, Ye (anteriormente Kanye West)
10, Elvis Presley

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Spotify rejeita acusação de Drake sobre “números inflados” de Kendrick Lamar

Mais um capítulo da novela de Drake e Kendrick Lamar! Após o canadense acusar o Spotify de cooperar com a Universal Music para inflar números e promover música de Lamar, o Spotify respondeu a acusação em juízo e rejeitou qualquer possibilidade de associação com a gravadora em benefício do artista ou da faixa “Not Like Us”. Vale lembrar que essa música é uma provocação de Kendrick contra Drake!

Em dezembro de 2024, a Pitchfork divulgou informações contidas nos documentos do processo envolvendo Drake, Spotify e a Universal Music. De acordo com a publicação, a plataforma de streaming “rejeitou formalmente” todas as acusações feitas pelo rapper canadense a respeito de um suposto esquema de utilização de robôs para impulsionar o número de execuções da música de Kendrick Lamar“Not Like Us”, que está perto da marca de 1 bilhão de plays.

Fotos: Instagram/@champagnepapi; Renell Medrano

Segundo a Pitchfork, nos documentos oficiais do processo, o Spotify descreve as petições de Drake como “juridicamente deficientes” e afirma que as mesmas “devem ser negadas”. Os registros do Spotify foram apresentados hoje à Suprema Corte de Nova York, onde a gigante da música refutou as alegações do rapper.

“Contrariamente às alegações na Petição, a UMG e o Spotify nunca tiveram qualquer acordo no qual a UMG ‘cobrasse do Spotify taxas de licenciamento 30% inferiores às suas taxas usuais de licenciamento para ‘Not Like Us” em troca de o Spotify recomendar positivamente [a música em questão], incluindo ‘a usuários que estão procurando por outras músicas e artistas’,” disse trecho do processo.

Representada por David Kaefer, nos documentos, a plataforma aproveitou para reiterar que “investe fortemente em revisões automáticas e manuais para prevenir, detectar e mitigar o impacto de streams artificiais”.

“Quando identificamos tentativas de manipulação de streams, tomamos medidas que podem incluir a remoção de números de streaming, a retenção de royalties e a aplicação de taxas de penalidade. Streams artificiais confirmados ou suspeitos também são removidos de nossos cálculos de paradas. Isso nos ajuda a proteger os pagamentos de royalties para artistas honestos e dedicados,” disse Kaefer.

Universal Music ainda não apresentou um documento oficial sobre o assunto, embora tenha publicado uma declaração após a segunda petição de Drake no mês passado: “A sugestão de que a UMG faria qualquer coisa para prejudicar qualquer um de seus artistas é ofensiva e falsa. Empregamos as mais altas práticas éticas em nossas campanhas de marketing e promoção. Nenhuma quantidade de argumentos legais forjados e absurdos nesta submissão pré-processual pode mascarar o fato de que os fãs escolhem a música que desejam ouvir.”

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